
Em Curitiba, secretária de Saúde e Greca não explicam porque esconderam número de infecções e mortes pelo Covid-19 antes das eleições.
Hospital Costa Cavalcanti ativa mais 10 leitos de UTI exclusivos para atendimento de casos da covid-19 Agora são 45 disponíveis, dos quais 40 da unidade hospitalar e cinco de retaguarda no Hospital Madre de Dio, de São Miguel do Iguaçu. Em Foz, são 85 no total.
O Hospital Ministro Costa Cavalcanti (HMCC), mantido pela Itaipu Binacional, colocou nesta quarta-feira, 18, à disposição da população mais 10 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para atender pacientes graves da covid-19. São 45 no total, dos quais 40 da própria unidade hospitalar e outros cinco de retaguarda para casos de sobrecarga em instituições hospitalares de Foz do Iguaçu, no Hospital Madre de Dio, em São Miguel do Iguaçu. Foz do Iguaçu, somando HMCC e Hospital Municipal, conta com 85…
ALARME?
A segunda onda da Covid 19, que a imprensa nacional anuncia ter chegado em cheio em estados como o Paraná, Paraíba, Ceará, SP., dentre outros, só confirma o que a Coluna vinha advertindo no período pré-eleitoral: certos estados e cidades estavam escondendo o número de novas infecções e mortes pela pandemia. O assunto, lembro, foi objeto de advertência no Jornal Nacional, no dia 13, citando objetivamente o caso de Curitiba.
Enquanto os números da vítimas da peste aumentavam na Capital (e também no resto do Estado), o alcaide Greca fazia troça: “Não enfiem o pé na jaca…” E a secretária midiática, Márcia Huçulak, desparecia – literalmente – do seu habitual front, as câmeras da TV. Pois a ordem, claro, era silenciar sobre a Covid, até que passassem as eleições.
As eleições passaram, gente como Rafael Greca de Macedo se reelegeu. Isso embora ele tenha tido menos votos do que a soma dos votos brancos, nulos e ausências.
E por último: dentro dessa lógica “non sense” do alcaide, ele determinou, ao mesmo tempo, o retorno das aulas na rede pública municipal.
