segunda-feira, 13 julho, 2026
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RMC FOI A QUE MAIS GEROU EMPREGOS FORMAIS ESTE ANO

Região Metropolitana de Curitiba concentra 30% da população do Estado. Saldo de 29.043 de novos postos de trabalho.

Ney Leprevost acompanha candidatos a empregos

Região Metropolitana de Curitiba foi a terceira que mais gerou empregos formais em 2019, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia. Com saldo de 29.043 novos postos, a área que abrange a Capital e outros 28 municípios só perdeu em números absolutos para as grandes São Paulo e Belo Horizonte. Curitiba foi a terceira cidade que mais contratou em 2019.

A Região Metropolitana concentra cerca de 30% da população do Estado e ajudou a impulsionar os resultados do Paraná. Foram 59.295 novas vagas formais de emprego entre janeiro e setembro de 2019, crescimento de 2,28% no número de vagas abertas no mercado paranaense em relação ao mesmo período de 2018.

TENDÊNCIA

“Curitiba e Região Metropolitana mostram tendência de continuidade no crescimento. Isso é resultado do trabalho que está sendo desenvolvido na gestão do governador Ratinho Júnior para aproximar cada vez mais as empresas das Agências do Trabalhador e da retomada da confiança na economia, o que é fundamental para manter esses números”, destacou o secretário da Justiça, Família e Trabalho, Ney Leprevost.

Os municípios da Região Metropolitana que mais se destacaram no acumulado de 2019 foram Curitiba (19.697 novos postos), São José dos Pinhais (2.972), Pinhais (1.546), Araucária (1.145), Fazenda Rio Grande (1.085), Colombo (1.028), Campo Largo (675), Rio Branco do Sul (311), Campina Grande do Sul (292) e Almirante Tamandaré (261).

S.JOSÉ E FAZENDA

Os números do Caged também apontam crescimento proporcional dos empregos nessas cidades em relação ao mesmo período de 2018, com destaque para a Capital (2,91%), São José dos Pinhais (3,36%), Fazenda Rio Grande (7,93%), Rio Branco do Sul (8,08%) e Pinhais (3,95%).

SERVIÇOS

Em relação às atividades pesquisadas houve um reflexo nos números dos setores de serviço e da construção civil. A primeira posição ficou com serviços combinados de escritório e apoio administrativo (3.540), seguido por construção de edifícios (1.208), atividades relacionadas à organização do transporte de carga (1.175), restaurantes e outros estabelecimentos de serviços de alimentação e bebidas (1.168) e transporte rodoviário de carga (1.073).

CONSTRUÇÃO CIVIL

– Segundo a economista Suelen Glinski, do Departamento do Trabalho da Secretaria de Estado da Justiça, Família e Trabalho, a Região Metropolitana de Curitiba tem um papel relevante na retomada do crescimento na atividade imobiliária do Estado. “A indústria vem contratando, o que alimenta o ciclo de contratações no setor de serviços, e dá para ver sinais do crescimento da construção civil em todos os índices, o que mostra que o Paraná acompanha a tendência nacional de um mercado mais aquecido”, afirmou.

(Via #Equipe) #RatinhoJunior #NeyLeprevost

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