domingo, 14 junho, 2026
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Proposto uso de pulseira eletrônica para aumentar segurança em maternidades

Vereador Tico Kuzma

Medida quer evitar rapto ou troca de bebês
em hospitais e maternidades de Curitiba

 

Os hospitais e maternidades podem ser obrigados a utilizar um novo mecanismo de segurança para evitar raptos ou até mesmo trocas de bebês recém-nascidos. Os procedimentos estão previstos em projeto de lei (005.00194.2021) que começou a tramitar na Câmara Municipal de Curitiba (CMC), de autoria do vereador Tico Kuzma (Pros).

A ideia é que os bebês recebam, logo após o parto, uma pulseira de identificação com sensor eletrônico sonoro, que somente seria retirada após a alta hospitalar, na presença da mãe ou do responsável. O texto prevê, ainda, que os equipamentos de saúde, públicos ou privados, instalem em todas as saídas sistemas que acionem o dispositivo sonoro da pulseira de identificação do recém-nascido.

FLUXO DE PESSOAS

Além disso, os estabelecimentos de saúde devem adotar identificação rigorosa e controle do fluxo das pessoas que entram e saem de suas dependências. Segundo a justificativa apresentada pelo vereador, a motivação em protocolar a proposta veio depois da noite do dia 12 de julho, quando uma mulher, ao se passar por uma enfermeira, tentou raptar um bebê na Maternidade do Hospital do Trabalhador, na capital.

“Felizmente a segurança do hospital foi efetiva e impediu o sequestro da criança. O caso foi amplamente noticiado pela imprensa e demonstra a necessidade de ampliarmos as medidas de segurança nos hospitais e maternidades, para garantir a integridade dos bebês e de suas famílias”, argumenta.

(Fonte: Imprensa da CMC)

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