Equipamento tem por objetivo diminuir
a quantidade de óbitos e acidentes em piscinas
A cada uma hora e meia, um brasileiro morre afogado em piscinas e época de verão gera alerta! Empresas CYAN Piscinas e Cromo – que participam de programa de inovação da UTFPR – criaram sistema que zera riscos de acidentes em piscinas.
Um programa da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), que visa a proximidade de empresas para o desenvolvimento da inovação e novas tecnologias, oportunizou que a empresa júnior da faculdade de engenharia da instituição, Cromo Consultoria, e a CYAN Piscinas – especializada em soluções inteligentes para piscinas –, desenvolvessem um sistema inédito que zera os riscos de acidentes nestes locais.
Para se ter uma ideia da importância do projeto, a cada uma hora e meia, um brasileiro morre afogado, sendo que 59% das mortes na faixa de 1 a 9 anos de idade ocorrem em piscinas, segundo dados da Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (Sobrasa).
O projeto – que também contou com a colaboração de outras duas empresas juniores da UTFPR, a Citi (de tecnologia) e a Júnior Design (de design) – é voltado à automação, com sensores de movimento duplos que têm como objetivo detectar qualquer anormalidade na piscina, quando a área de lazer estiver fechada, como a queda acidental de uma criança ou animal de estimação, alarmando para o perigo.
O desenvolvimento do novo produto, que está sendo colocado em prática graças ao Movimento Empresa Júnior, foi concebido pelos empresários Bráulio César Bandeira Aleixo e Marcos Antonio de Araújo, sócios na CYAN Piscinas, e que fazem o papel de indústria no sentido de serem clientes da Cromo, Citi e Júnior Design.
A Curitiba foi a cidade escolhida para o lançamento por ser considerada um polo nacional de inovação. “A segurança dentro de uma piscina merece atenção especial, então, investir em dispositivos que alertam para perigos em piscinas é uma atitude consciente de precaução”, comenta Bráulio, explicando o funcionamento do aparelho: trata-se de um dispositivo eletrônico, capaz de responder a um estímulo físico/químico de maneira específica, disparando um alarme toda vez que detecta quedas acidentais de corpos em piscinas.
Para total eficácia, o sistema tem capacidade de evitar falsos disparos em momentos de ventos e chuvas, por exemplo, ofertando maior confiabilidade ao usuário. Seus sinais elétricos são disparados, através de um alarme e, também, em forma de um sinal no celular. A CYAN Piscinas já possui um produto no mercado que tem a mesma finalidade de salvar vidas. Trata-se do ralo de sucção, que impede que as pessoas fiquem presas. De acordo com a Sobrasa, a maioria dos afogamentos de crianças de 4 a 12 anos se dá pela sucção da bomba.
Parceria com a universidade
“As empresas juniores têm por objetivo promover a vivência empresarial através de empreendedores comprometidos, que trazem novas soluções para o mercado brasileiro. São através de parcerias como a da CYAN Piscinas, por exemplo, que nós atingiremos o propósito de crescer e fomentar a indústria local, entregando soluções de qualidade e, principalmente, desenvolvendo o aspecto profissional dos estudantes universitários”, explica Maryna Yukie Addad Ishida, diretora comercial da Cromo Consultoria, graduanda de engenharia mecânica na UTFPR.
Na visão de Eduardo Saito, presidente da empresa júnior e também graduando de engenharia mecânica na UTFPR, o Movimento Empresa Júnior é um ganha-ganha para os dois lados: empresa e universidade, “afinal, por meio do acordo, conseguimos oferecer projetos de alta qualidade com o conhecimento e base do meio acadêmico, entregando soluções a um preço acessível para as empresas, enquanto os estudantes são devidamente preparados para entrar no mercado de trabalho sênior através da vivência empresarial”.
Saiba mais Acesse o site CYAN – Soluções de segurança e qualidade para sua piscina: cyanpiscinas.com.br
Uso eficiente do ar-condicionado ajuda no controle da fatura de energia
Aparelho é bastante usado nos primeiros meses do ano, quando o calor se intensifica Nos últimos anos, os meses de janeiro e fevereiro têm sido de temperaturas bastante elevadas, e neste ano, graças ao fenômeno La Niña o aumento do calor já começou em dezembro. Com isso, a Copel registra um aumento considerável no consumo de energia elétrica pelo uso de sistemas de refrigeração de ambientes.
Enquanto a média de consumo do Paraná para os meses de janeiro e fevereiro dos últimos 3 anos é de 180 kWh/mês, em cidades como Foz do Iguaçu, por exemplo, essa média para o mesmo período chega a 300 kWh/mês. Depois de Foz, Londrina, Maringá, Paranavaí, Cascavel e Curitiba são as cidades que registram maior consumo de energia nos meses de janeiro e fevereiro.
Consequentemente, esse consumo maior de energia representa um aumento nos valores das faturas de energia elétrica. A boa notícia é que é possível desfrutar do conforto de um ambiente refrigerado sem sofrer um baque na hora de pagar a fatura.
De acordo com o gerente de Gestão da Inovação e coordenador do Programa de Eficiência Energética da Copel, Diego Munhoz, o peso que o ar-condicionado terá na conta de luz depende das características do equipamento, dos hábitos de uso e da rotina de manutenção. Tudo começa, segundo ele, na hora da compra do aparelho, quando se deve observar as informações do selo Procel de eficiência energética e o dimensionamento adequado ao ambiente que se quer refrigerar.
DIMENSIONAMENTO
De maneira geral, explica Munhoz, serão 600 BTUs para cada metro quadrado do ambiente, pessoa que irá habitá-lo e para cada equipamento existente no ambiente que gere calor, como lâmpadas incandescentes ou computadores.
Usando como exemplo um ambiente de 10 metros quadrados, utilizado por duas pessoas em home office, com dois computadores e uma lâmpada incandescente ligados, o indicado é um equipamento de 9 mil BTUs. A presença de tecnologia inverter, por exemplo, promete reduzir o consumo de 40% a 60%. E a instalação deve ser feita por um profissional eletricista, que saberá fazer as adequações necessárias na fiação elétrica para garantir economia de energia e segurança.
BONS HÁBITOS
Além da escolha de um equipamento adequado ao ambiente e energeticamente eficiente, hábitos simples no dia a dia podem ajudar a reduzir o valor da conta de luz no final do mês.
Confira a seguir:
- Mantenha portas e janelas fechadas do ambiente onde o equipamento estiver ligado;
• Evite temperaturas extremas, optando por aquela que garante sensação de conforto sem consumo energético elevado;
• Preste atenção à rotina de limpeza e manutenção do equipamento;
• Ambientes que não estiverem sendo utilizados não precisam de ar-condicionado ligado;
• E por fim, escolha programações adequadas para o período da noite, quando normalmente as temperaturas diminuem um pouco.
