sexta-feira, 19 junho, 2026
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“Pró-Paraná” ajudou a desenvolver o estado

Marcos Domakoski

O Movimento Pró-Paraná foi formalmente instituído há 20 anos, no dia 25 de janeiro de 2001. A atuação do Pró-Paraná tem sido decisiva em questões ligadas aos desenvolvimento do estado. Exemplos disso são a terceira pista no Aeroporto Afonso Pena e uma segunda ponte ligando Brasil e Paraguai, em Foz do Iguaçu.

O Pró-Paraná é fruto da mobilização de empresas e entidades civis pelos royalties pagos por Itaipu a cidades do entorno, como compensação pelo uso do potencial hidráulico do Rio Paraná para a produção de energia. A mobilização pelos royalties, que inspirou a criação do Pró-Paraná, foi liderada pelo advogado e jornalista Francisco Cunha Pereira Filho.

Movimento Pró-Paraná

Desde sua criação, em 2001, o Movimento Pró-Paraná contribui ativamente em todas as reivindicações com foco no desenvolvimento do estado. O Movimento Pró-Paraná é constituído por pessoas físicas, empresas e entidades da sociedade.

Atualmente, um dos temas em debate no movimento são os novos contratos de concessão de rodovias. Para o Pró-Paraná, o modelo deve ser o de menor tarifa, sem limite de desconto. A construção da Ponte de Guaratuba, interligando o município com Matinhos, é outra bandeira relevante do Movimento Pró-Paraná. O Pró-Paraná promove reuniões temáticas semanalmente.

Desde o início da pandemia, em março de 2020, os encontros têm sido realizados remotamente. Depois de Francisco Cunha Pereira Filho, seu fundador, o Pró-Paraná teve como presidentes o economista Belmiro Valverde Castor Jobim e o empresário Jonel Chede.

O Movimento Pró-Paraná é presidido atualmente pelo empresário Marcos Domakoski. O Conselho Superior do Movimento Pró-Paraná é coordenado pelo advogado José Lucio Glomb. O Conselho Deliberativo está sob a condução do professor Zaki Akel Sobrinho.

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