sábado, 11 abril, 2026
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Pressão popular removerá garagem

Nem só de manifestações inúteis (como recente  projeto daquele vereador que propôs o direito de funcionários da ||Prefeitura de Curitiba gozarem um dia de luto pela morte de animal de estimação) vive a Câmara Municipal. | O noticiário que segue, produzido pela assessoria do vereador Jorge Bernardi, é resultado de ação importante da comunidade contra garagem de ônibus  irregular no Capão da Imbuia:

EM CINCO DIAS

“Mediante pressão dos próprios moradores, que compareceram à Câmara Municipal de Curitiba, nesta quinta-feira (12), o presidente da Urbs, Roberto Gregório, deu um prazo de cinco dias para que a CCD Empresa de Ônibus Cristo Rei, retire os veículos que ocupam a garagem improvisada no Capão da Imbuia. Os moradores estiveram presentes na Audiência Pública sobre Transporte Coletivo, promovida por iniciativa dos vereadores Jorge Bernardi (REDE), Prof. Josete (PT) e Chico do Uberaba (PMN).

AUDIÊNCIA IMPORTANTE

“A CCD tem cinco dias úteis para deixar o local, caso contrário caberão medidas administrativas e judiciais contra a empresa”, disse Gregrório. O caso marcou o momento mais importante da Audiência Pública, que contou com também com Maurício Gulin (Setransp), Sandro Silva (DIEESE), Valter Fanini (Senge), Lafaiete Neves (Plenária Popular do Transporte), Valdir Mestriner (Sindiurbano), Claudio Castro (Tribunal de Contas), e Odoné Serrano Júnior (Ministério Público), entre outros.

UMA QUADRA TOMADA

O drama começou há cerca de 40 dias: uma quadra inteira, no bairro Capão da Imbuia (cruzamentos das ruas Paulo Kissula, Engenheiro Alberto Monteiro Carvalho, Inocêncio Coelho e Osmário Lima), foi tomada pela garagem de ônibus. Os problemas se multiplicaram: poeira, barulho, danos às vias públicas até prejuízos ambientais ao lençol freático. O próprio Jorge Bernardi esteve no local e convidou os prejudicados para que comparecessem à Audiência Pública, no que atenderam.

ABAIXO ASSINADO

Jurema Santos, representando os prejudicados, sentou-se à mesa dos convidados para a Audiência Pública. Cartazes denunciaram os 170 ônibus e sua intensa queima de óleo diesel.Um abaixo-assinado com 800 assinaturas foi colhido e entregue na Câmara. A denúncia acabou ofuscando o tema principal do evento: o Termo de Ajuste de Conduta (TAC) realizado entre o Ministério Público do Paraná (MP-PR), as concessionárias do transporte público e a Urbs, empresa que administra o sistema”.

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