quarta-feira, 22 abril, 2026
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Presidente do TSE está de olho em siglas de aluguel. Como uma do Paraná

Ministro Gilmar Mendes: reforma à vista
Ministro Gilmar Mendes: reforma à vista

Se depender de Gilmar Mendes, presidente do TSE, e um dos ministros que não têm papas nas línguas, haverá vida curta para os partidos nanicos. E especialmente para as siglas de aluguel, alguns dos quais estão até comprando aviões com dinheiro do Fundo Partidário, afiançou em entrevista ao Estadão.

Hoje estão previstos gastos da União com os partidos políticos, para os próximos 10 anos, em R$ 9,4 bilhões.

NEGÓCIOS

O ministro foi certeiro no condenar o ‘negócio’ que virou fundar e manter partidos políticos: além do dinheiro público, participam de acordos de legendas em períodos eleitorais. Coisas rentáveis.

Por tudo isso, e pelo absurdo de termos 36 partidos, Mendes espera que agora ocorram uma ampla reforma política, quer poderá vir até como decorrência das novas situações geradas pelas limitações impostas ao financiamento privado de campanhas.

Mais direto impossível: Mendes garantiu que há partidos comandados pelos chefes de clãs, com as filhas como secretárias, as mulheres em posição de comando na sigla… Um negócio, enfim.

CASO PARANAENSE

Procure-se com atenção e se encontrará no Paraná – em Curitiba, mais precisamente – um caso que atende à perfeição ao modelo de legenda partidária condenada pelo presidente do TSE. No caso, o partido está fincado em família tradicionalíssima de Curitiba, gente do chamado patriciado curitibano.

Assim, família unida partilha unida dos pagamentos partidários. Usufruindo do nosso suado dinheirinho.

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