
Greca retirou do site da Prefeitura denúncia da SETRAN sobre burlas à licitação dos radares.
Empresas de radares foram denunciadas por terem apresentado documentos que burlam a licitação dos radares de Curitiba. A denúncia foi apresentada na Superintendência de Trânsito , contudo não foi investigada a fundo, pois esbarra em interesses de gente muito forte na administração Municipal.
A administração do alcaide até chegou a inserir a cópia da denúncia no site de licitações; contudo, forças ocultas determinaram sua retirada.
Segundo constava no documento encaminhado para a administração, o qual foi retirado do site da prefeitura, as Empresas Perkons e Fiscaltech teriam mudado as especificações dos equipamentos apresentados em sua proposta, de maneira a inserir um novo equipamento e software o qual, em tese, atenderia a licitação.
ONDE ESTÁ O PECADO?
A documentação original do primeiro lote não atenderia o especificado pela administração, e o pecado é justamente a mudança da proposta no meio da licitação, inserindo documentos novos, e testando algo diferente do que foi apresentado.
Segundo consta, os equipamentos para instalação na cidade são da empresa Fiscaltech, a qual não promoveu a validação dos mesmos na licitação junto ao Tecpar.
Isto significa que Fiscaltech está atuando de forma ilegal.
A influência das empresas de radares na administração de Rafael Valdomiro Greca de Macedo é muito grande e apesar das denúncias que as envolvem, tudo segue ‘normal na administração’.
POR FALAR EM AÇÃO SOCIAL…
O Tribunal de Contas do Estado está de olho na gestão de Rafael Valdomiro Greca de Macedo.
A gestão do atual alcaide tem combatido o TCE-PR, não acatando suas recomendações, inclusive as relativas ao Covid-19 nos ônibus pertencentes à família Gulin, família amiga do prefeito, com notórias convivências sociais, geralmente no Graciosa.
Mas, afinal, como fica nítida incongruência do prefeito e da Prefeitura? Simplesmente porque Greca admite e sacramenta aglomeração nos ônibus; mas não no comércio com dois ou três vendedores, que tem de ficar fechado.
Essa é a política “sanitária” do alcaide: para os amigos de clube (e de saunas) tudo; para os outros, para os inimigos ou “distantes”, as fiscalizações da Guarda Municipal e AIFU-Ação integrada Fiscalização Urbana.

CORTINA DE FUMAÇA
No fundo tudo isso é uma verdadeira cortina de fumaça para encobrir a necessidade de nova licitação do Transporte Coletivo.
Renovar o contrato é a meta da administração Rafael Valdomiro Greca de Macedo. A “Operação Riquixá – lembram-se?- demonstrou o esquema em torno das licitação do transporte.
Licitação que rendeu um contrato que foi objeto inclusive de uma CPI na Câmara Municipal de Curitiba.
No caso dos radares, o TCE Paraná com certeza já está de olho e estará solicitando as cópias das denúncias que foram sorrateiramente retiradas do site da Prefeitura.

