
(Blog do Tupan)
A vereadora Flávia Francischini (UB) coletou dez assinaturas para investigar os repasses da administração de Rafael Greca (sem partido) à concessionária de transporte coletivo de Curitiba, que se aproximam de R$ 500 milhões, mas a bancada da situação na Câmara Municipal de Curitiba, com auxílio dos independentes, está impedindo a instalação da CPI do Transporte Coletivo, provocando dúvidas sobre o motivo da blindagem, “há algo para esconder”, questiona a autora da proposta.
Se não bastasse isso, o vereador Professor Euler (PSD) também reuniu dez assinaturas para criar a CPI da Linha Verde e novamente as forças ocultas da prefeitura pediram que os vereadores não assinassem.
Os independentes Salles do Fazendinha (DC), Indiara Barbosa (Novo), Amália Tortato (Novo) e Eder Borges (PSD) pelo jeito aderiram a gestão Rafael Greca e até agora não desocuparam a moita, na semana passada o líder Pier Petruzziello (PTB) disse que as portas da prefeitura estão abertas para as duas, sinalizando que algo está rolando, vereadores da base especulam que ambas estão com eles desde setembro.
Esta semana será decisiva para o futuro das CPIs, mas tudo indica que a Câmara Municipal de Curitiba vai continuar sendo dominada e abrindo mão de fiscalizar o Poder Executivo, Deus sabe lá por quê?
