quinta-feira, 30 julho, 2026
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PNAD COVID19: 22,4% DAS PESSOAS QUE REALIZARAM TESTES PARA CORONAVÍRUS ATÉ OUTUBRO TESTARAM POSITIVO Do IBGE

Até outubro, 25,7 milhões de pessoas (12,1% da população) haviam feito algum teste para saber se estavam infectadas pelo coronavírus (até setembro esse número estava em 21,9 milhões de pessoas ou 10,4% da população). Entre essas pessoas, 22,4% (ou 5,7 milhões) testaram positivo em outubro, contra 22,1% (ou 4,8 milhões) em setembro.

A população desocupada chegou a 13,8 milhões de pessoas em outubro. É o recorde da série, com um aumento de 2,1% frente a setembro e de 35,9% desde o início da pesquisa (maio). Já a taxa de desocupação passou de 14,0% para 14,1%, a maior da série.

A força de trabalho chegou a 97,9 milhões em outubro, com alta de 1,5% em relação a setembro e de 3,6% em frente a maio.

O número de pessoas fora da força de trabalho chegou a 72,7 milhões de pessoas em outubro, com redução de 1,9% frente a setembro e 3,5% em relação a maio.

O Amapá apresentou a maior proporção (9,2%) de pessoas ocupadas afastadas do trabalho que tinham devido ao distanciamento social. Em 24 unidades da federação houve quedas no percentual de pessoas ocupadas afastadas do trabalho devido ao distanciamento social, frente a setembro. Houve estabilidade nas demais.

Entre os 4,7 milhões de trabalhadores afastados do trabalho que tinham na semana de referência, 900 mil (ou 19,2%) estavam sem a remuneração do trabalho.

A diferença entre o número de horas habitualmente e efetivamente trabalhadas está diminuindo: o número médio de horas habituais foi de 40 horas por semana, contra 35,7 horas efetivas.

Norte e Nordeste foram, novamente, as regiões com os maiores percentuais de domicílios recebendo auxílio emergencial: 58,4% e 56,9%, respectivamente. Os cinco estados com os maiores percentuais foram Amapá (68,6%); Pará (62,2%); Maranhão (61,4%), Alagoas (60,3%) e Acre (59,6%). Testes para Covid19 predominam entre as pessoas com 30 e 59 anos de idade.

Praticamente não houve diferença no percentual de homens e de mulheres que fizeram algum teste, 11,8% e 12,4%, respectivamente. Por grupos de idade, o maior percentual foi entre as pessoas de 30 a 59 anos de idade (16,5%). Quanto maior o nível de escolaridade, maior foi o percentual de pessoas que fez algum teste: entre as pessoas sem instrução ao fundamental incompleto, 6,6% e, entre aqueles com superior completo ou pós-graduação, 25,0%.

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