sexta-feira, 24 julho, 2026
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PARANÁ AVANÇA PARA ASSEGURAR TRANSPARÊNCIA TOTAL NAS LICITAÇÕES

Modelo desenhado pela Controladoria-Geral do Estado e desenvolvido em parceria pela Celepar e IBM permitirá aos gestores o monitoramento em tempo real de todas as licitações e aquisições feitas pelo Estado.

 

O Governo do Estado consolida os últimos detalhes combater a corrupção e transformar o Paraná no Estado mais transparente do País. O modelo foi apresentado nesta quarta-feira (24) pela Controladoria-Geral do Estado (CGE) ao governador Carlos Massa Ratinho Junior. (Foto: Jose Fernando Ogura/AEN)

Da AEM-PR

O Governo do Estado consolida os últimos detalhes para iniciar a implantação do Projeto Harpia. Trata-se de uma ferramenta tecnológica que vai aumentar o controle sobre o dinheiro público, combater a corrupção e transformar o Paraná no Estado mais transparente do País. O modelo foi apresentado ao governador Carlos Massa Ratinho Junior pela Controladoria-Geral do Estado (CGE), nesta quarta-feira (24).

Desenhado pela CGE, o Harpia começará a ser implantado em julho pela Celepar, órgão responsável pela Tecnologia da Informação do Governo, em parceria com a International Business Machines Corporation (IBM). A previsão é que o sistema de fiscalização tenha capacidade completa para funcionar no prazo de um ano. O investimento é estimado em R$ 25 milhões e será custeado com recursos do Fundo Estadual de Combate à Corrupção.

“É algo inovador, que vai aumentar de forma significativa a transparência e fiscalização de todos os processos de licitação no Paraná. Licitações que são, sem dúvida, um grande problema no Brasil. E aqui nós queremos ampliar o controle para combater qualquer possibilidade de corrupção”, afirmou o governador.

O controlador-geral do Estado, Raul Siqueira, ressaltou que com a aplicação do projeto a intenção é reduzir drasticamente a margem de erros nos processos licitatórios dentro do Estado. “A estimativa é de uma diminuição de 97% em qualquer nível de irregularidade”, disse.

 

FUNDO

Raul Siqueira reforçou também que o projeto já nasce pago, sem nenhum custo para o caixa do Estado, já que será custeado pelo Fundo Estadual de Combate à Corrupção (Lei 19.984/2019). Por iniciativa da CGE, o fundo recebe depósitos de valores de acordos leniência e multas no âmbito da Lei Anticorrupção. “Não é um gasto, mas um investimento que não tem preço. Deixa o Paraná na vanguarda da transparência”, ressaltou o controlador-geral.

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