Às voltas com reformas do seu endereço e de Maí – num espaço meio paradisíaco -, em condomínio familiar em nova Trento, SC, o escritor e jornalista Dante Mendonça ainda acha algum tempo para cuidar da edição de seu livro mais recente.
Trata-se de “O último tango em Curitiba”, na linha de forte memorialismo urbano que caracteriza o catarinense que cedo adotou Curitiba para viver e se tornar autoridade quase inconteste em histórias da cidade e de seus personagens mais relevantes.
O livro contará momentos que antecederam o marco da revolução urbana de 1971, capitaneada por Jaime Lerner a partir do fechamento de grande trecho da Rua XV para se transformar em Rua das Flores, e assim priorizando o pedestre, eliminando os carros.