
O amplo périplo de despedidas que o escritor Miguel Sanches Neto fez em Curitiba, na semana, incluiu visita a amigos, em suas casas e locais de serviço. Dizem, amigos dele, que o escritor parece que preferiria outro rumo para seu ano sabático. “Impressão, apenas”, é o que me garante uma fonte. Mas no geral, estaria encarando “até bem” a ida para Braga, onde ele e família passarão um ano.
2 – A ELEIÇÃO
Na verdade, embora não aparente aborrecimentos, Miguel Sanches ainda se refaz do fato de ter perdido a eleição para reitor da Universidade Estadual de Ponta Grossa para Carlos Luciano Vargas.
A campanha para eleger Sanches parecia, num determinado momento, indicar a vitória do escritor.
Mas quando a disputa já era acirrada, as coisas teriam mudado – segundo fontes da coluna – com “um empurrão de autoridade localizada no Palácio Iguaçu”. E, especialmente, com o jornal–surpresa, fartamente distribuído na UEPG. A publicação trombeteava, na véspera do pleito, considerando como já então vitoriosa a candidatura de Carlos Luciano.
