
O jornalista Vinicius Coelho, “in memoriam”, defendia a substituição do carnaval curitibano por um concerto da Orquestra Sinfônica do Paraná em plena Avenida Marechal Deodoro. Ele tinha horror a tudo aquilo. Era um apreciador do jazz, dos grandes compositores clássicos e dos bambambãs da bossa nova, com quem travara amizade na época em que trabalhou no Jornal do Brasil.
Hoje, Vinicius incluiria também no seu livro de horrores, os dirigentes dos clubes que parecem enterrar o futebol com picuinhas que deveriam ser contornadas para o bem do futebol paranaense. Ligar a TV, no domingo à tarde, e topar com Londrina x J Mallucelli ou Grêmio Maringá x Irati, com escusas a esses times, é dar de lambuja audiência para o concorrente.
Sílvio Santos vem aí.
