sexta-feira, 24 abril, 2026
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Nossos Vikings

A presença de “vikings” na vida do Paraná não é novidade.

Minúscula, essa imigração de homens e mulheres vindos da Islândia (Ice Land, a terra do gelo, território que é a metade do paranaense), é apenas muito pouco conhecida. A universidade nada produziu sobre ela e poucas são as referências bibliográficas existentes sobre o assunto.

As grandes levas de europeus – dezenas de milhares – chegadas ao Paraná, a partir do século 19, de certa forma não ‘deixaram’ aparecer os 31 imigrantes islandeses, que vieram para cá em dois grupos, em 1863 e 1873. Fugiam da fome, do frio, da pobreza e de vulcões.

No entanto, proporcionalmente ao número, eles tiveram até agora boa repercussão na vida do Paraná. Por exemplo, o primeiro curso pré-universitário foi o Bardhal, de um neto de islandeses, assim como uma das primeiras médicas formadas pela UFPR, Nana Carvalho Sondhal, forte aos 101 anos, é filha de um imigrante que aportou criança em Paranaguá.

Este é trecho da reportagem que assina na revista Ideias (Fabio Campana) de setembro. Nas bancas.

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