quinta-feira, 23 julho, 2026
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NACIONAIS: Tic-tac

O ministro do Supremo Tribunal Federal Celso de Mello deu um prazo de 48 horas para que o ex-ministro Sergio Moro, a Advocacia-Geral da União e a Procuradoria-Geral da República se manifestem sobre o “levantamento total ou parcial do sigilo” do vídeo da reunião ministerial do dia 22 de abril. Nesta terça-feira, 12, Moro, a AGU e a PGR tiveram acesso à íntegra da gravação. Fontes que assistiram ao vídeo dizem que, durante o encontro, Bolsonaro afirmou que queria trocar o comando da Polícia Federal no Rio de Janeiro para proteger familiares e amigos. Em uma pergunta ao ministro Augusto Heleno, que prestou depoimento nesta terça-feira, 12, o representante da PGR atestou que, de fato, Bolsonaro falou sobre a proteção a parentes e pessoas próximas a ele.

 

  1. Enfim, os exames
Ministro Lewandowski

A Advocacia-Geral da União entregou na noite desta terça-feira, 12, ao ministro Ricardo Lewandowski (foto), do Supremo Tribunal Federal, os exames feitos pelo presidente Jair Bolsonaro para identificar se foi infectado ou não pelo novo coronavírus. “Os laudos confirmam que o presidente testou negativo para a doença”, diz nota divulgada pela AGU. Os exames fazem parte de um processo movido pelo O Estado de São Paulo e, no entanto, ainda não foram tornados públicos.

 

  1. A cautela de Maia

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, manifestou-se nesta terça-feira, 12, pela rejeição de uma ação que pretende obrigá-lo a avaliar os pedidos de impeachment do presidente Jair Bolsonaro. Em manifestação enviada ao relator do processo no Supremo Tribunal Federal, ministro Celso de Mello, Maia argumenta que o regimento interno da casa não fixa um prazo para a análise dos pedidos de afastamento.

(Revista Crusoé)

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