sexta-feira, 24 julho, 2026
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Paulo Guedes; e Antonio Freitas, ex-pró reitor da FGV
  1. TCU AVALIA DEVOLUÇÃO

O plenário do Tribunal de Contas da União analisa nesta quarta-feira, 1º, uma representação em que são apontadas irregularidades no pagamento do auxílio emergencial a militares. No processo, os ministros vão discutir a forma de devolução do benefício pago indevidamente a mais de 73 mil servidores do Ministério da Defesa. Em decisão liminar, o relator do processo, ministro Bruno Dantas, determinou o ressarcimento imediato dos valores recebidos de forma fraudulenta, com adoção de providências por parte do Ministério da Defesa.

 

  1. OS SINAIS QUE ANIMAM GUEDES

O ministro da Economia, Paulo Guedes, está convencido de que o “fundo do poço econômico” foi em abril e que, agora, os sinais são de retomada da atividade econômica. Pelo menos dois indicadores são usados pelo chefe da pasta para celebrar os bons ventos que, segundo ele, sopram em direção da economia do país. Uma dessas sinalizações é o volume de vendas de produtos e serviços registradas por meio da emissão de notas fiscais eletrônicas.

 

  1. DERROTA DO GOVERNO NO TSE

Por 4 a 3, o Tribunal Superior Eleitoral determinou, nesta terça-feira, 30, que sejam aprofundadas as investigações sobre ataques hacker em ações que pedem a cassação da chapa Jair Bolsonaro-Hamilton Mourão. As ações haviam sido movidas pelos candidatos derrotados Guilherme Boulos, do PSOL, e Marina Silva, da Rede Sustentabilidade. Na prática, os casos voltam à fase de instrução do processo e ganham mais tempo para produção de provas.

 

  1. MILITARES X ALA IDEOLÓGICA

Carlos Decotelli pediu demissão ao presidente Jair Bolsonaro nesta terça-feira, 30, apenas cinco dias depois de ser nomeado para comandar o Ministério da Educação no Diário Oficial da União. Informações falsas apresentadas em seu currículo tornaram a permanência insustentável. A nova demissão inaugura mais uma batalha na guerra que está sendo travada nos bastidores entre as alas ideológica e militar. Os seguidores de Olavo de Carvalho voltaram à carga, com a sugestão do nome de Sérgio Sant’Ana, próximo aos filhos do presidente. Grupos ideológicos defendem também uma solução “caseira”, com a promoção da atual secretária de Educação Básica, Ilona Becskehazy.

Fora do núcleo olavista, o nome de Antonio Freitas, ex-pró-Reitor da FGV é outro nome que foi colocado sobre a mesa do presidente por integrantes da ala militar.

(revista Crusoe)

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