Ministério Público do Paraná pode detonar não apenas um caso de “rachadinha”, mas um esquema muito maior que envolveria a compra de votos na Câmara Municipal de Curitiba

Do Blog do Tupan
O Ministério Público do Paraná (MP-PR) pode detonar não apenas um caso de “rachadinha”, mas um esquema muito maior, envolvendo a compra de votos na Câmara Municipal de Curitiba, tendo o Executivo como protagonista e o Legislativo como alvo, sendo a pivô central de toda a trama, a vereadora Fabiane Rosa (PSD), presa na segunda-feira (27) pelo Gaeco, contemplada com um cargo para o marido no dia da votação do auxílio aos empresários do transporte coletivo de até R$ 200 milhões.
A “rádio corredor” aponta que coisas cabeludas foram obtidas nas gravações telefônicas da parlamentar, envolvendo o alto escalação da administração municipal e articuladores da casa de leis.
MESA EXECUTIVA SE REÚNE HOJE
A Mesa Executiva, composta por Sabino Picolo (DEM), Edmar Colpani (PSB) e Professor Euler (PSD), tem uma reunião agendada para hoje (30), através de vídeo conferência, onde o destino de Fabiane pode ser decidido, como por exemplo, encaminhamento para o corregedor Mauro Ignácio (DEM) decidir abertura de sindicância por desvio de conduta, o que pode provocar um desgaste em pleno período eleitoral.
Hoje, o melhor caminho, segundo vereadores da base aliada, seria se livrar da presença incômoda da defensora da causa animal.
