sábado, 21 fevereiro, 2026
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Moradores de rua: polícia age em lugar de Ação Social

Márcia Fruet: política social
Márcia Fruet: política social

Eu, e outros leitores da coluna, nos surpreendemos, às 21 horas de terça-feira, 10, quando vimos 7 carros da Guarda Municipal de Curitiba, estacionados na Av. Sete de Setembro, quase esquina de Brigadeiro Franco.

Todos os carros com os piscas ligados, os guardas no lado de fora dos carros. Davam a impressão de estar à espera de ordens de combate.

Curiosos, fomos entender, em seguida, que aquele aparato tinha uma “missão” que não se esperaria ser encarada pela GM: retirar quatro moradores de ruas que dormem sistematicamente no prédio de esquina com a Brigadeiro.

2 – O PAPEL DA FUNDAÇÃO

Os GM levaram tempo parlamentando com os “homeless”.

Eles nunca querem deixar as ruas é verdade.

E pelo jeito, não deixaram aquele espaço.

Até quando observamos o insólito quadro (antes essa tarefa, adequadamente era realizada por equipes da Fundação de Ação Social, presidida por Márcia Fruet), não houve violência policial.

Se está acontecendo com frequência o que se viu naquela “blitz”, é muito mau. Os moradores de rua são um problema para a cidade e, sobretudo, para eles mesmos.

Mas não são caso de polícia. Precisam de médico, psicólogo, assistente social, abrigo.

Eles merecem outro olhar, tal como Márcia prometera no início da gestão de seu marido. Um deles olhares contemplaria a criação de repúblicas para os moradores de rua.

A propósito: como está o projeto que Márcia iria decalcar em experiência mineira e da Secretaria de Desenvolvimento Social do Governo Federal?

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