
Michelle Thomé é uma questão de águas internacionais, tema alfandegário, porque nós, curitibanos, disputamos com caçadorense e cariocas o gentilício da jornalista e analista transacional. Ela é importante em todas essas localidades onde morou ou mora. Na última, organizou um encontro digital da Associação Internacional de Análise Transacional (ITAA, em inglês), que tinha tradução simultânea para dez idiomas – incluindo o de Camões. A jornalista que Curitiba conheceu comandando magistralmente o jornalismo da Banda B, tornou-se autoridade internacional em análise transacional.
MUITO ABACAXI
Presidente do comitê, teve de lidar com as questões dos pagamentos em Dólar e com preços diferentes para cada continente, além de facilitar uma agenda de diferentes fusos. Um tipo de ultrapátrida, é assim há pelo menos 16 anos, desde que a conheci no papel de coordenadora de redação da rádio CBN Curitiba que ela ocupava. Entrava com roupas que não falavam português e uma bolsa de alimentos. Quando optou pela transição de carreira, foi obrigada a andar a jato com presidente de multinacional. Não teve saco, claro. Terminou fazendo coisas que não se podem contar pelo Instagram.
(colaboração Vinicius Sgarbe)
