Assessoria – Uma estimativa da Organização Mundial da Saúde indica que a endometriose afeta cerca de 10% das mulheres em idade reprodutiva em todo o mundo. A doença inflamatória crônica pode causar dor intensa, alterações menstruais e infertilidade, comprometendo significativamente a qualidade de vida.
No Brasil, o câncer do colo do útero é o terceiro tipo de neoplasia mais frequente entre as mulheres, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca). Apesar da alta incidência, trata-se de uma doença com grande potencial de prevenção quando há acompanhamento regular e diagnóstico precoce.
O mês de março amplia a visibilidade para esses temas ao reunir datas de conscientização, como o Dia Nacional de Luta contra a Endometriose (13/3) e o Dia Mundial de Combate ao Câncer do Colo do Útero (26/3). As campanhas reforçam a importância de atenção aos sintomas e do acompanhamento periódico.
A médica cooperada da Unimed Curitiba especialista em ginecologia e obstetrícia, Jordana Nascimento Pereira, explica que reconhecer os sintomas, entender as causas e buscar o diagnóstico precoce são passos fundamentais para melhorar a qualidade de vida e garantir o bem-estar.
“Os sintomas mais comuns são dores pélvicas incapacitantes com necessidade de medicação e até mesmo ida ao pronto atendimento para fazer essas medicações de maneira venosas que são mais fortes. Além disso, a paciente sente dores durante a relação sexual, desconforto ao urinar ou ao evacuar no período menstrual e dificuldade para engravidar”, afirma.
A especialista afirma que quanto antes a mulher procurar avaliação, maiores são as chances de identificar precocemente alterações que podem evoluir para um câncer do colo do útero. “O mais importante é saber que os sintomas da endometriose podem ser controlados e a progressão da doença pode ser barrada quando utilizamos os artifícios necessários. Se você tem esse sintoma, a primeira coisa a se fazer é procurar um especialista, ter um diagnóstico adequado e a depender de cada caso, iniciar um tratamento. O tratamento pode ser clínico ou cirúrgico, atividade física é fundamental para evitar a progressão da doença”, complementa.
Cuidados preventivos
Informação e mudança de comportamento são ferramentas centrais para reduzir riscos e melhorar a qualidade de vida das mulheres. “Prevenção envolve atenção aos sinais do corpo. Manter a vacinação em dia, especialmente contra o HPV, utilizar preservativo nas relações sexuais, praticar exercícios físicos regularmente, adotar uma alimentação equilibrada e controlar o estresse são atitudes que, associadas às consultas periódicas, fazem toda a diferença”, ressalta.
No Hospital e Maternidade Nossa Senhora de Fátima da Unimed Curitiba você encontra uma experiência segura e humanizada com especialistas preparados para cuidar da saúde da mulher, da mamãe e do bebê recém-nascido através de consultas de rotina e de urgência. Confira os serviços oferecidos pelo Fátima no site.
