quinta-feira, 16 abril, 2026
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Marcas conhecidas na Lava-Jato

Madero, Livrarias Curitiba e Zelo (enxovais) são três marcas frequentes na Operação Lava-Jato. Sem que seus executivos estejam envolvidos nas negociatas com a Petrobras. É que entregadores da primeira são vistos com frequência no hall de entrada do prédio da Polícia Federal, em Curitiba, em dias de acareações e interrogatórios intermináveis. O restaurante garante, assim, refeições rápidas para policiais, advogados e investigados. Já as duas últimas estão estampadas nas sacolas com livros e revistas, além de lençóis e toalhas costumeiramente levados por defensores e familiares dos encrencados assim que eles chegam ao local.

FORA!

Por falar em Lava-Jato, não é apenas quem gosta de praia que lamenta os dias chuvosos ultimamente registrados na capital paranaense. Para os jornalistas que cobrem o assunto eles se tornam um verdadeiro problema quando a pauta é na Polícia Federal e se estende noite afora. O superintendente regional do órgão, Rosalvo Ferreira Franco, expediu ordem à portaria para dar boa-noite, educadamente, a quem estiver no local a partir das 19 horas. Desse horário em diante, o jeito é ficar do lado de fora – ao relento, no escuro, sem ter onde sentar e longe de qualquer estabelecimento que venda comida decente. E ter sempre à mão capa de chuva, cargas adicionais de bateria e telefones dos serviços delivery.

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