Goste-se ou não do resultado das revelações do Intercept, do jornalista Glenn Greenwald, não há o que se discutir. Desta vez, o ministro Gilmar Mendes merece todo apoio, a liberdade de imprensa – e o direito constitucional do sigilo da fonte – tem de ser mantido.
Glenn não teve qualquer interferência na feitura dos grampos telefônicos. Apenas aproveitou o bom material que teve em mãos.
Mas todos temos o direito de aplaudir ou não o material jornalístico colhido. Embora, é claro, ninguém seja obrigado a achar o tratamento dado como algo ‘apenas informativo’. Fez-se dele um grande uso político…