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Guia prático para contratar colaboradores no exterior legalmente (2)

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Por Nicolas Fabeni – O mundo inteiro ficou mais próximo. Hoje, não é raro ver startups nacionais formando times multiculturais, conectando talentos de lugares tão distantes quanto Londres, Buenos Aires ou Bangalore. Mas surge uma dúvida recorrente entre fundadores e gestores: como contratar colaboradores fora do Brasil de forma legal, sem tropeçar em riscos ou dores de cabeça trabalhistas e fiscais?

Confira a parte final da análise:

O que deve constar em um contrato internacional?

Seja contratando direto, por PJ, EOR ou terceirização, bons contratos são fundamentais. Atenção redobrada com:

Empresas como a StartLaw oferecem modelos personalizáveis, assinatura eletrônica segura e biblioteca de contratos para simplificar a rotina jurídica da startup. Veja exemplos de documentos como instrumentos trabalhistas e opções para setores específicos como contratos para fotógrafos ou diaristas.

Principais prós e contras das modalidades

Talvez a startup precise testar mais de uma modalidade antes de encontrar o modelo ideal para cada mercado.

Riscos de contratar no exterior sem orientação adequada

Às vezes, na pressa de formar o time perfeito, surgem riscos que podem gerar grandes prejuízos:

O acompanhamento jurídico, como o suporte da StartLaw, evita muitos desses problemas, inclusive multas que superam, em certos casos, o valor anual do próprio salário do colaborador.

Boas práticas para a contratação remota internacional

Quem já contratou fora do Brasil sabe: além da burocracia, o sucesso depende de cultura, comunicação e boa fé. Veja algumas dicas:

Um time global precisa de contratos claros, comunicação transparente e respeito às diferenças culturais.

Ferramentas e serviços que ajudam startups a gerir contratações internacionais

A rotina de contratos, compliance e fiscalizações pode ser cansativa, mas há soluções online para tornar tudo mais simples, transparente e seguro:

A StartLaw se destaca ao entregar, em formato de assinatura, uma solução completa: assinatura eletrônica, biblioteca contratual, versões em vários idiomas e consultoria para propriedade intelectual, LGPD, estruturação societária e captação internacional.

Nícolas Alves Fabeni é fundador e CEO da StartLaw. Advogado formado pela PUCPR, com certificação pela Universidade de Lisboa, em Portugal. Bacharel em Administração pela UFPR, membro da Associação Brasileira de LegalTechs /Lawtechs. Investidor anjo.

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