
O Dia do Paraná, o 19 de dezembro, marco da emancipação política do Estado, teve sua solenidade mais expressiva no dia 18, sexta-feira: foi com a entrega da comenda da Ordem do Pinheiro, em seus três graus. Com essa alteração da data habitual – 19 -, o governo conseguiu que uma multidão de personalidades da vida paranaense (e algumas do Brasil) estivesse na solenidade de entrega da comenda do Pinheiro, a mais alta condecoração concedida pelo Paraná aos que destacam por suas ações excepcionais em favor de nossa realidade paranaense.
O discurso de Beto Richa foi objetivo, com certos momentos de expressão poética até, mas seguro ao afirmar sua confiança no Paraná de hoje e no destino que está assegurado ao Estado, diante da direção segura em que se encontra.
Quero destacar, por questão de justiça, que Beto Richa apenas nominou dois dos homenageados (foram 42): o professor Ives Gandra Martins, um jurista referencial no país, e o jornalista e professor emérito da UFPR Hélio de Freitas Puglielli. O governador não poderia ter sido mais feliz com a citação de Gandra e Puglielli.
“…enfim, se fez justiça a Hélio Puglielli, uma das grandes reservas morais e intelectuais do Paraná, um talento escondido, por decisão muito do próprio Puglielli”.
De minha parte, reconhecendo a oportunidade das escolhas, registro a opinião: enfim, se fez justiça ao agora comendador Hélio Puglielli, uma das grandes reservas morais e intelectuais do Paraná, um talento escondido. Realidade que decorre de decisão muito dele mesmo.
