quinta-feira, 16 abril, 2026
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“Fruet tem vergonha de ser prefeito”, diz Luiz Carlos Martins

Luiz Carlos Martins, Rafael Greca de Macedo e Ney Leprevost
Luiz Carlos Martins, Rafael Greca de Macedo e Ney Leprevost

O deputado estadual (PSD) Luiz Carlos Martins assumiu a liderança do partido na Assembleia com toda gana.

Na sexta-feira, por exemplo, ele criticava à coluna sobre “quanto opaca é a administração do prefeito Gustavo Fruet (PDT/PT)”, para registrar:

– Ele parece até que tem vergonha de ser prefeito, desapareceu de todo da cidade. E obras, zero…

Para Luiz Carlos, a Prefeitura hoje estaria “nas mãos de auxiliares, alguns secretários de Fruet, “com muitas ambições”, e “vivendo fora da realidade e exigências de uma cidade que já foi modelo para o mundo, nos tempos de Jaime Lerner, por exemplo”.

Nas suas muitas alfinetadas a Fruet, Luiz Carlos lamentou ainda “a mentalidade professoral de certos secretários da Prefeitura, que nada tem a ver com o dia a dia de uma grande metrópole, como a nossa”.

Sobre a sucessão de Fruet, só vê um nome viável pela frente: o de seu companheiro de PSD, Ney Leprevost. Embora reconheça já “a forte presença de Rafael Greca, que vai ocupando o espaço vazio. Afinal, Greca é bom vendedor de ideias – viáveis ou não – e de muitos sonhos”.

Luiz disse reconhecer que Curitiba “pode até estar sendo vítimas de certas doenças urbanas das metrópoles, como o crescimento persistente da população de moradores de rua”.

Reconhece também que essa população merece atenções especiais, atendimento psicológico, de saúde e de abrigo. Jamais deve ser tratada como caso policial, a não ser em situações criminosas em que eventualmente o morador de rua se envolva ou provoque.

O olhar crítico do deputado sobre essa questão é muito amplo, quando, por exemplo, indaga sobre anunciadas “repúblicas” que a Fundação de Ação Social garantiu que iria disseminar em Curitiba para os chamados “sem teto”:

– As “repúblicas” com as quais a primeira dama de Curitiba iria resolver o problema, viraram nessa solução-piada proclamada pela área social da Prefeitura: construir armários, espalhados pela cidade, para os moradores de rua guardarem seus pertences…

Em tom de quem sente-se no dever de reclamar da Prefeitura, Luiz Carlos Martins concluiu sua análise prometendo que outras virão – “pois sendo um deputado de Curitiba – não posso me omitir sobre os males que hoje afligem assustadoramente a cidade”:

– E assim, “la nave và…”

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