Na newsletter da JusBrasil, Wagner Francesco, acadêmico de Direito e Teólogo (estuda Marx e a Teologia da Libertação), escreve, inconformado, sobre a premiação dada pelo jornal O GLOBO ao juiz Sergio Moro, que o apontou como a grande personalidade brasileira de hoje. Opina, depois de ver Sérgio Moro em capa de revista, em função da premiação citada, que aparecer na mídia não deve ser papel de juiz. Para ele, Moro não deveria ter aceito a homenagem, deduz-se.
Estranho é que o dito teólogo não aborda a questão da roubalheira dos petrodólares e o papel saneador que Morro exerce, para o bem do país, expondo figurões e seus possíveis crimes. Gente com o deputado Eduardo Cunha e o senador Renan Calheiros (PMDB) e toda a malta de dilapidadores do dinheiro público enclausurada em empreiteiras.
O olhar de Francesco é direcionado a desmerecer Moro, tudo indica.
