terça-feira, 3 fevereiro, 2026
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Fevereiro Roxo: fisioterapia e o tratamento da fibromialgia

• dor muscular difusa e persistente;
• fadiga intensa
• sono não reparador
• dificuldade de concentração e memória, conhecida como “névoa mental”; e
• sensibilidade aumentada ao toque, à luz, aos ruídos e às variações de temperatura.

Segundo Adriane, esses sintomas podem dificultar atividades cotidianas como trabalhar, realizar tarefas domésticas, caminhar longas distâncias e manter uma vida social ativa, além de afetar a saúde emocional. “Não existe uma forma comprovada de prevenir a fibromialgia, já que a condição envolve fatores genéticos, emocionais, hormonais e ambientais. No entanto, alguns hábitos ajudam a reduzir crises e minimizar os sintomas”, reforça.

Segundo a especialista, manter uma rotina regular de sono, praticar atividade física leve a moderada, evitar longos períodos de inatividade, cuidar da saúde emocional, manter alimentação equilibrada e respeitar os limites do corpo são medidas que contribuem para o controle da dor e para o bem-estar.

A fisioterapia no tratamento da fibromialgia, explica a coordenadora, é uma das principais abordagens não medicamentosas e atua em três pilares: redução da dor, melhora da mobilidade e fortalecimento muscular, além da recuperação da funcionalidade.

“As técnicas fisioterapêuticas ajudam a modular a dor, melhorar a circulação, reduzir tensões musculares e aumentar a capacidade física. Além disso, o fisioterapeuta orienta o paciente sobre como se movimentar com mais segurança e menos desconforto”, afirma Adriane.

• caminhadas leves;
• alongamentos;
• exercícios de fortalecimento progressivo;
• hidroterapia;
• pilates clínico; e
• exercícios aeróbicos de baixo impacto.

Por outro lado, devem ser evitadas atividades de alta intensidade sem preparo, treinos exaustivos ou exercícios que provoquem dor intensa durante ou após a prática. “A regra é movimento com conforto e regularidade, nunca com esforço excessivo”, destaca Adriane.

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