Às vezes – poucas, é verdade -, a cidade mostra-se publicamente grata a seus benfeitores, sejam eles cidadãos anônimos, ou de pouca exposição na sociedade abrangente, ou até notórios curitibanos.
Dias atrás, nas comemorações do Dia de Curitiba, a Câmara Municipal outorgou o Prêmio Cidade de Curitiba a um ser humano especial, o comunicador social, documentarista, videomaker e memorialista Wasyl Stuparik. A autora da proposição da homenagem muito oportuna foi a vereadora dona Lourdes (Maria de Lourdes Beserra de Souza), veterana líder comunitária, e um dos vereadores mais ativos da cidade.
Wasyl, que foi personagem de meu livro ‘Vozes do Paraná, volume 7’, lançado ano passado, é autor de um dos mais respeitáveis levantamentos sobre a vida e obra de curitibanos, realizada em vídeos-depoimentos.
Quem quiser conhecer melhor a obra desse ucraniano de nascimento, mas absolutamente brasileiro desde a infância, basta pedir ao Google pelo nome dele.
Wasyl, como todos aqueles que trabalham a área cultural sem pilantragem, enfrenta mil e uma dificuldades para tocar seus projetos. Por isso, precisa, tanto quanto de aplausos, também de apoio material.
