
A Boca Maldita, a confraria que anualmente se reúne em torno de personalidades da vida brasileira – com destaque para o Paraná -, recebeu o juiz Sergio Moro e o ministro do STF Edson Fachin, no jantar do último dia 13. Foram feitos cavalheiros da Boca.
O 13, no caso, é profundamente simbólico, registrando um marco de resistência ao arbítrio, pois em 13 de dezembro de 1968, foi editado o Ato Institucional número 5 que limitou enormemente as liberdades dos brasileiros.
Dentre os homenageados, as fotos registram: jornalista Luiz Julio Zaruch (padrinho: Luiz Guilherme Siqueira), jornalista Bernardo Bittencourt Neto (apadrinhado por Dimas de Melo) e Adonai Arruda Filho, que teve Adonai Arruda, o pai, como padrinho.
Zaruch já é parte da melhor memória viva da cidade, tendo acompanhado “por dentro”, as grandes mudanças na vida de Curitiba, no começo dos 1970, como primeiro secretário de Imprensa de Jaime Lerner; Bernardo Bittencourt Neto passou por muitos veículos de comunicação de Curitiba, ao longo dos anos. É conhecido pela facilidade com que estabelece relações humanas e os detalhes com que pode analisar feitos da vida paranaense – de que foi testemunha – ao longo dos últimos 40 anos; Adonai Filho é da nova geração de empresários paranaenses, guiado pela boa estrela de seu pai, na consolidação da indústria turística do Paraná.
