sexta-feira, 17 julho, 2026
HomeMemorialEVANGÉLICOS, AS ELEIÇÕES E O MILENARISMO

EVANGÉLICOS, AS ELEIÇÕES E O MILENARISMO

Está no Estadão de segunda-feira, 17, uma das melhores análises feitas pela imprensa sobre o papel que os seguidores das diversas igrejas evangélicas têm e terão nas eleições do país. O ensaio é assinado pelo pensador Denis Lerrer Rosenfield, professor de Filosofia da UFRGS.

O professor admite que em 2022 Bolsonaro deverá fazer a transferência da embaixada do Brasil para Jerusalém, para assim cumprir sólida promessa feita ao eleitorado crente.

 

PARA ENTENDER

Denis explica aquilo que quase ninguém de fora das fronteiras das igrejas entende: o porquê da “obsessão” dos evangélicos com o povo judeu, no bom sentido. Ela está vinculada – lembra – a uma “promessa” bíblica de que Jesus “ressuscitará” para instalar seu Reino.

 

MILÊNIO

Nesse ponto, o professor esquece que, para os cristãos, a questão não é de ressurreição, pois ela aconteceu (celebrada na Páscoa).

“A questão será, isto sim, o retorno de Jesus, triunfante, para reinar Mil anos sobre a Terra”, lembra-me um teólogo do Studium Theologicum de Curitiba.

 

AS TESTEMUNHAS

O chamado Milenarismo é que se consumará, segundo os teólogos católicos, com a volta de Jerusalém a ser capital do estado judeu. Isso sem falar que os evangélicos interpretam com todas as letras a “certeza” de que o povo judeu se converterá a Cristo para formar uma só religião com o cristianismo.

Para anotar: um dos movimentos Milenaristas mais importantes é o das Testemunhas de Jeovah. Ocorre que esse movimento criado pelo juiz Russel não vota e não aceita que seus membros sejam votados. Assim como igualmente procede a Congregação Cristã do Brasil (pentecostal), que nasceu em Santo Antonio da Platina, no começo dos 1900.

Leia Também

Leia Também