Acadêmicos da Universidade iniciam as atividades no Projeto Rondon, no Oeste do Paraná
Projeto Rondon/PUCPR
A Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) integra o Projeto Rondon, um programa do Ministério da Defesa, no Oeste do Paraná. O objetivo é desenvolver ações nas áreas da cultura, saúde, educação, trabalho e meio ambiente. Até o dia 2 de fevereiro, 16 estudantes e 2 professores da PUCPR irão promover uma série de atividades com os moradores dos municípios de Anahy, com 2.800 habitantes, e Iracema do Oeste que têm pouco mais de 2.900 moradores.
No Paraná as ações do Projeto Rondon acontecem durante a Operação Yaguaru, que contempla 12 municípios e conta com as parcerias do Governo do Estado, da Associação dos Municípios do Oeste do Paraná, da 15ª Brigada de Infantaria Mecanizada, do 33º Batalhão de Infantaria Mecanizado e de Instituições de Ensino Superior privadas e públicas paranaenses.
NOVE UNIVERSIDADES
Nove universidades privadas e públicas do Paraná participam do Projeto Rondon. Os estudantes e os professores foram divididos em grupos de ações. O conjunto A vai desenvolver atividades nas áreas de Saúde, Educação, Direitos Humanos e Justiça. O conjunto B desenvolve atividades nas áreas de Tecnologia, Produção e Trabalho, Comunicação e Meio Ambiente.
MEDICINA
A estudante do curso de Medicina da PUCPR Curitiba, Luize Kremer Gamba, faz parte da equipe da PUCPR. Ela conta que o envolvimento com a população traz um novo olhar e favorece a formação de profissionais inclusivos.
“Lembro que no meu primeiro ano de universidade, tive contato com uma professora rondonista e me arrepiava ao ouvir suas histórias.
Desde então, participar do Projeto Rondon virou como uma meta da minha vida acadêmica. Acredito que em todos os sentidos da vida, devemos ser pontes e nunca muros. O Rondon é um projeto que permite exatamente isso na prática, pois acredita que nós universitários somos capazes de levar o conhecimento dos nossos cursos para além do ambiente de ensino e, assim, atingir e gerar mudanças para a população”, afirma.