
Ainda nomes de baixa repercussão na vida política paranaense, os deputados federais Aline Sleutjes e Filipe Barros, ambos do PFL-PR, têm estado na berlinda noticiosa nacional. Podem ainda ser parte do chamado baixo clero, mas com a celeridade com que vão se expondo, podem logo passar de categoria na Câmara dos Deputados.
Aline, por exemplo, saiu em defesa no Instagram do major Victor Hugo, líder do partido na Casa. Ficou contra as críticas que até de fogo amigo atingem o líder.
Aline, 39, com curso superior completo, exercia funções administrativas em gabinete de deputado estadual, em Curitiba, antes de eleger-se. Nasceu em Castro, de onde tem o forte de seu eleitorado.
CONTRA O GENERAL
Já o também deputado Filipe Barros dá pulo mais amplo: caiu de pau, dias atrás, da tribuna, no general Mourão, o vice-presidente. Disse que “quando o presidente Bolsonaro se recuperar”, ele e seu grupo pró-costumes vão levar reclamação diretamente ao chefe da Nação.
MUITO DESENVOLTO

Mourão, que agora anda muito amigo da mídia, e desenvolto a toda prova, foi taxativo, em declarações recentes: “a questão do aborto é assunto de exclusiva competência da mulher”
Isso foi o que bastou para as manifestações de evangélicos contra o vice. O general também, assim, ampliou sua briga com os católicos que seguem a orientação da Igreja sobre o assunto.
COMEÇO DA VIDA
Para a CNBB e a Igreja, no geral, a questão que está em jogo é do início da vida: quando começa a vida.
Para a Igreja, começa a partir a nidação. Assim como para boa parte dos evangélico.

