quinta-feira, 16 julho, 2026
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ESCOLA PREPARA SERVIDOR DA JUSTIÇA PARA O SÉCULO 21

Milhares de servidores de todo o Paraná são atendidos pelo programa da escola do TJPR.

desembargador Xisto Pereira; desembargador Joatan Marcos de Carvalho; Escritora Anita Zippin

Que o desembargador Xisto Pereira é administrador público positivamente diferenciado não é novidade. Até por isso ele foi personagem de meu livro Vozes do Paraná 11. E ampliou esse conceito no reconhecimento geral com o fortalecimento da Escola dos Servidores do Judiciário do Paraná, ao entregar sua direção ao desembargador Joatan Marcos de Carvalho.

Joatan é também tipo humano especial, alguém que exerceu a magistratura com rara sensibilidade para os reclamos por Justiça por parte do cidadão comum, sem nunca ter ab-rogado de outra de suas marcas muito fortes, o espírito sensível de escritor e poeta, qualidade que cultiva na Academia de Letras José de Alencar. E de bom orador, posição que ocupa naquela instituição presidida por Anita Zippin.

TODOS GANHAM

Na verdade, Xisto de alguma forma “recolheu” Joatan de um trabalho similar, só que de âmbito nacional, que ele fazia para o Conselho Nacional de Justiça. E ganha o TJPR, com a Escola voltada a adequar seu quadro funcional de milhares de servidores de todos os escalões às demandas e possibilidades tecnológicos deste século.

Todos os que prestam serviço à Justiça, até mesmo juízes leigos, passam por adequação da escola. No mês de janeiro, por exemplo, uma das concentrações do trabalho foi ministrar curso para formação de mediadores.

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PARA ENTENDER OS OBJETIVOS

Escola de Servidores do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná tem como escopo contribuir para o desenvolvimento de habilidades e competências para migração de um modelo de gestão burocrática, para uma administração pública gerencial de gestão por competências, voltada à produtividade, agilidade, eficiência, transparência e descentralização, que é o que se espera do Poder Judiciário do século XXI.

Todavia, para essa mudança na cultura organizacional, é necessário o investimento na área de gestão de conhecimento, direcionando os esforços para a valorização do servidor público com vistas ao atingimento dos objetivos institucionais com qualidade e excelência.

Esse modelo, também denominado gestão por competências, tem como seu marco legal na administração pública, o Decreto nº 5.707, de 23 de fevereiro de 2006, que institui a Política Nacional de Desenvolvimento de Pessoal (PNDP), que determinou aos órgãos ou entidades da administração pública federal direta, autárquica e fundacional a implementação da gestão da capacitação de seus servidores a partir da abordagem por competência.

Visando alavancar o desenvolvimento profissional no Poder Judiciário, baseado na gestão por competências, o Conselho Nacional de Justiça publicou a Resolução nº 192, de 8 de maio de 2014, que dispõe sobre a Política Nacional de Formação e Aperfeiçoamento dos Servidores do Poder Judiciário.

Acreditamos que os esforços voltados para ações educacionais são uma forma de fortalecimento institucional e de valorização do servidor; em razão disso, a ESEJE está voltando todos os seus esforços para garantir a constância de eventos de capacitação, formação e sensibilização, que são resultantes de diagnósticos e avaliações presentes em todos os projetos educacionais. (do site da Escola dos Servidores do TJPR).

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