
Do escritor João Almino, a quem o público ainda não fez a justiça que ele merece, recebo bilhete muito pessoal, em que anuncia o lançamento de seu próximo romance, ‘Enigmas da Primavera’, que, nas palavras do autor, resume, em certo trecho: “Creio que o livro enfoca temas de interesse amplo. Confio que a narrativa, que evoca uma lenda árabe, seja atraente.
Sem prejulgamentos e mantendo-se sempre fiel ao enredo, o romance faz um apanhado histórico de algumas revoltas espontâneas e inesperadas, sobretudo de jovens. A história se passa entre 2011 e 2013. O personagem principal é um jovem de 20 anos, descendente de árabes, que navega por sites radicais em sua viagem de Brasília a Madri e Granada, confrontado com sua crise de identidade”.
‘ENIGMAS DA PRIMAVERA’ (2)
“Passados 5 anos de “Cidade Livre”, estou lançando meu sexto romance, ‘ENIGMAS DA PRIMAVERA’, pela editora Record. Envio-lhe em anexo os convites para os lançamentos no Rio, São Paulo e Brasília, bem como imagens do livro. Há alguns comentários sobre o livro, de críticos espanhóis e brasileiros, bem como duas entrevistas comigo em http://www.joaoalmino.com/category/resenhas/resenha-enigmas-da-primavera/
“Creio que o livro enfoca temas de interesse amplo. Confio que a narrativa, que evoca uma lenda árabe, seja atraente. Sem prejulgamentos e mantendo-se sempre fiel ao enredo, o romance faz um apanhado histórico de algumas revoltas espontâneas e inesperadas, sobretudo de jovens. A história se passa entre 2011 e 2013. O personagem principal é um jovem de 20 anos, descendente de árabes, que navega por sites radicais em sua viagem de Brasília a Madri e Granada, confrontado com sua crise de identidade e as tensões do mundo de hoje. O relato enfoca o Islã em suas várias facetas.
“Trata dos temas da tolerância e intolerância para além das tradições do chamado Ocidente (um dos personagens explica por que ‘o Ocidente não existe’)”.
‘ENIGMAS DA PRIMAVERA’ (3)
“Ao mesmo tempo revê uma história mais antiga, a do reino árabe de Granada. Enfim, como diz o Professor Pedro Meira Monteiro, da Universidade de Princeton, um dos leitores do livro, trata-se de um romance sobre “o roubo das utopias”, mas também sobre “a aposta no renascimento da esperança”. Para mim também é fundamental encontrar a forma adequada para contar uma história e expor ideias. Por isso espero que o crítico João Cezar de Castro Rocha esteja certo ao dizer sobre este romance: “Difícil imaginar conquista estética mais ousada”.
“Em Brasília lanço também um livro de fotografias da cidade, feitas por mim e comentadas por Ana Miranda. Ela vem para o lançamento”.
www.joaoalmino.com
