
Foi assim: a partir de uma conversa descompromissada, em 2016, um grupo de privilegiadas testemunhas da história política paranaense do século 20 e deste resolveu escrever o livro “Encontros do Araguaia – depoimentos de construtores do moderno Paraná”.
Instigante, o nome Araguaia pode remeter equivocadamente ao episódio da guerrilha do Araguaia. Mas, no caso, o título dado pelo jornalista Fábio Campana refere-se ao nome do edifício, em Curitiba, onde começaram a ser gravados os depoimentos de notáveis homens e mulheres da política do Paraná.

PRIMEIRO
O primeiro depoimento aconteceu no final de dezembro, quando o senador Álvaro Dias falou por quatro horas para atentos ouvintes, qualificados indagadores: Celso Nascimento, José Lúcio Glomb, (ex-presidente da OAB), Fábio Campana, Marcus Vinicius Gomes (e eu).
FILMAGEM
As fotos de Anelize captaram momentos do encontro, que foi seguido de almoço. O depoimento foi também filmado por Wasyl Stuparik, como serão os demais que, ao final previsto para ainda este ano, comporão o livro com comentários dos jornalistas citados e de Glomb.
Os jornalistas Martha Feldens e Antonio Carlos Carneiro Neto também participarão do projeto “Encontros do Araguaia”.

BORSARI NETO
O segundo depoimento ocorreu ontem: foi ouvido o engenheiro Francisco Borsari Neto, professor aposentado da UFPR, ex-secretário de Estado da Educação, ex-presidente da Sanepar, certamente um dos homens que mais forte presença teve nos governos Canet Junior e Ney Braga.
LERNER, PIMENTEL, SCALCO
São esperados depoimentos “amplos e irrestritos” de Beto Richa, Paulo Pimentel, Jaime Lerner, Euclides Scalco, Roberto Requião, João Elísio Ferraz de Campos, Osmar Dias, Cida Borghetti, Orlando Pessuti, Deni Schwartz, Reinhold Stephanes.

