
O físico, que já é Mestre pela mesma universidade, fica com a Ciência, discorda das teorias de parapsicólogos russos.
Na edição de amanhã, 1 de dezembro, vou contar porque um empresário muito bem sucedido, fundador e senhor absoluto do décimo grupo educacional mais importante do Brasil, vai provar, em tese de Doutorado, porque não acredita nos propalados poderes das máquinas fotográficas Kirlian.
A Kirlian, invenção de cientistas ou de aprendizes de parapsicólogos russos, foi um dos temas que mais envolveram boa parte de pessoas que, no mundo inteiro, anos 80/90, estudavam os chamados fenômenos extrasensoriais. Entre eles, eu, que por anos me dediquei ao assunto.
UM CIENTISTA
O empresário – possivelmente um dos mais cientificamente preparados do país – é Wilson Picler, fundador e controlador do grupo Educacional Uninter, hoje atuando, com um milhar de pólos de ensino no Brasil todo. Picler conquistou, há anos, o Mestrado em Física pela Unicamp, agora busca o doutorado. Formou-se em Física pela UFPR. Está trabalhando, em quarentena, no mesmo tema da Kirlian.
KARDECISTAS
Embora por muitos anos grupos espíritas, kardecistas ou de outras linhas, tenham identificado nas máquinas Kirlian a “possibilidade de fotografia da aura humana”, a história não é bem assim do ponto de vista científico. É o que vai provar Picler. Curiosamente ele é um cristão de formação kardecista e domina linhas de espiritualidade reencarnacionista.
No entanto, o físico fica, no caso com a Ciência. Acha que nada pode indicar que tais máquinas Kirlian capturem o estado de alma de alguém, com a ditas “fotografias da aura”. Um tema fascinante, assunto para uma série Nexflix, hem?

