
Caro jornalista,
Para que se compare as diferenças, siga esta notícia: “Mensagem de Veto Total nº 726, de 9.12.2020 – Projeto de Lei nº 3.364, de 2020, que “Dispõe sobre o repasse de recursos a Estados, Distrito Federal e Municípios, em caráter emergencial e em razão do estado de calamidade pública reconhecido pelo Decreto Legislativo nº 6, de 20 de março de 2020, com o objetivo de garantir a prestação do serviço de transporte público coletivo de passageiros e de reequilibrar os contratos impactados pelos efeitos da pandemia da Covid-19; altera a Lei nº 10.233, de 5 de junho de 2001; e dá outras providências”.
O veto integral foi do presidente Bolsonaro.
Como se vê, só o prefeito Greca de Macedo é que ama e coloca dinheiro público em empresas de ônibus. Como fez em Curitiba, cuja empresas de transporte coletivo serão, no total deste ano, aquinhoadas com R$ 350 milhões de dinheiro público, enquanto curitibanos morrem na fila de espera de atendimento de UTIs, com Covid-19.
MARIA JUSSARA LEITE DE BARROS, Curitiba, professora
VOZ DO MP CONDENA CURITIBA
Caro professor,
Irretorquível a entrevista exclusiva que o promotor Maggio concedeu à sua coluna/blog. Desnudou, em linguagem clara, objetiva, a má gestão da Prefeitura de Curitiba (Greca de Macedo) para o enfrentamento da pandemia. Esse material é prova documental de que há ainda há vozes vigilantes contra as fanfarronices desse prefeito, um administrador que brinca com vidas humanas.
Acho que com base na entrevista, muita gente vai entrar na justiça contra o Greca.
Prof. DEMÓSTENES WOLKOFF RICHTER, Curitiba
VOZ DO MP CONDENA CURITIBA (II)
Caro jornalista,
Pena que só agora, depois da reeleição Greca (embora com menos votos do que os brancos e nulos) revelem-se as minúcias da incúria com que o prefeito e sua secretária de Saúde, a enfermeira Huçulak, administram a saúde pública de Curitiba. Mesmo assim, cumprimentos ao seu espaço e, especialmente ao promotor Maggio pela oportuna apresentação dos fatos. Ele foi claro: como o prefeito trata a questão da Covid-19, pode ser processado por improbidade administrativa. Mas as vidas que se foram, quem as devolverá?
