Enviado pela leitora Marina (Brigadeiro Comunicação):
“O Fleety, primeira plataforma de aluguel de carros entre pessoas da América Latina, oferece até o Carnaval, em Curitiba, o serviço de Valet.
Conhecida por aproximar pessoas que têm um veículo, daqueles que precisam alugar um automóvel, a empresa fica responsável por fazer todo o procedimento de entrega e recebimento do veículo, orientando os motoristas, apresentando o carro e fazendo toda a gestão necessária. O serviço é ideal para quem deseja viajar e ainda quer ganhar uma renda extra com seu carro que ficaria parado.
Além disso, o Fleety oferece a limpeza do automóvel. Os carros são devolvidos já higienizados e os valores referentes à taxa de limpeza ficam como um extra para o proprietário. Para saber mais sobre os serviços do Fleety, acesse: www.fleety.com.br.”
MARINA
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MERGULHO
Senhor jornalista: apreciei muito seu mergulho em momentos da vida de Curitiba, especialmente enfocando aquela cidade dos anos 1950 em uma de suas melhores fases: ainda provinciana, começava a urbanizar-se. Mas nada a ver com a triste descaracterização de hoje em dia, quando a cidade já mantém muito pouco de suas marcas, as marcas que tanto a diferenciaram no mundo.
Moro no Canadá, mas mantenho viva minha chama curitibana. Por isso, grato.
JULIUS FRESEN, Ontário, Canadá
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MERGULHO (2)
Prezado Aroldo: partilho do lamento de Marleth Silva, recentemente registrado pela coluna: é uma pena que hoje pouco – ou quase nada – reste do programa de reciclagem do lixo iniciado no final dos 1980 pelo então prefeito Jaime Lerner.
Aliás, a cidade está um lixo só, como constatei em minha recente visita a Curitiba. Faltam ações da Prefeitura e sobra desinteresse da população, que ignora os males da cidade, ajudando, até, a ampliá-los.
MARINALVA CERQUEIRA CESAR, São Paulo
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ROSY DE SÁ CARDOSO
Senhor Aroldo: estranho que ninguém tenha falado sobre os 90 anos da jornalista Rosy de Sá Cardoso, certamente o nome mais veterano entre os jornalistas curitibanos. Ela completou a data em 12 de dezembro. Sei que ela “proibiu” seus amigos de lembrarem do aniversário. Mas será que ela te o “direito” de fazer isso?
MARIA HELENA MACIEL ANDRADE, Ponta Grossa
(correspondências para a coluna: aroldo@cienciaefe.org.br)
