
RENÉ DOTTI (I)
Prezado amigo Professor Murá Haygert:
Extraordinariamente bonito, demonstrando conhecimento, proximidade, respeito e sensibilidade ímpar, o seu texto sobre a triste partida do nosso querido e admirado amigo Professor Dotti. Parabéns pela pena justa, deferente e sofisticada. Fiquei deveras tocado. Imagino a família. Abraço fraterno. Clèmerson Clève
CLÈMERSON MERLIN CLÈVE, Curitiba

RENÉ DOTTI (II)
Aroldo,
Olhe, gostei muito do texto sobre o Dotti. Admirei as fotografias e uma delas – aquela em que ele está na auditoria militar – até arquivei para o meu trabalho sobre a Última Hora. Lembro-me da ida dele ao Palácio com dom Hélder, no governo do Alvaro. Dotti secretário da Cultura.
O que eu gostei do texto foi o destaque para os momentos em que vocês, de uma maneira ou outra, conviveram, seja no teatro, seja em redação de jornal. Isso é gostoso de ler. Embora não tivesse vivenciado o que você descreveu desses momentos, posso dizer que senti uma saudade. Uma saudade daquelas redações de outrora, da cultura dos anos 1960s – coisas que sumiram e não apenas por causa do tempo, mas, e principalmente, porque as novas gerações deixam (em sua maioria) a desejar. Excelente o texto. Uma bela homenagem ao Dotti. Parabéns.
Só para complementar. Quem me apresentou o René Dotti foi o Acyr Breda.
Creio que lá por 1966, quando comecei como repórter da Gazeta do Povo.
WALTER WRNER SCHMIDT, redator chefe de Contraponto, jornalista, pesquisador em História do Jornalismo brasileiro

RENÉ DOTTI (III)
Prezado amigo Professor Murá:
Extraordinariamente bonito, demonstrando conhecimento, proximidade, respeito e sensibilidade ímpar, o seu texto sobre a triste partida do nosso querido e admirado amigo Professor Dotti. Parabéns pela pena justa, deferente e sofisticada. Fiquei deveras tocado. Imagino a família.
Abraço fraterno. Clèmerson Clève
CLÈMERSON MERLIN CLÈVE, Curitiba
