
Aroldo,
Realmente fui estranhamente proibido de, após 57 anos na crônica de turfe, juntamente com mais três cronistas, de adentrar o Tarumã; porém, o presidente da época, Roberto Hassemann, sequer explicou o porquê (da decisão).
O professor René Dotti, contestou e a Justiça condenou o Jockey Club a uma indenização, por danos morais, de R$ 10 mil reais que não sairão, claro, dos bolsos do inconsequente Hasemann e sim da cambaleada entidade, hoje denunciada publicamente pelo seu próprio Conselho Consultivo, com poder de fiscalizar e julgar as ações da atual diretoria, que pretende se perpetuar no poder promovendo o maior assalto eleitoral da história do turfe – não são minhas essas palavras –, segundo ata oficial dos seus próprios e indignados conselheiros consultivos.
Reunidos em Assembleia Extraordinária no último dia 6 de março, sob a aprovação unânime de ex-presidentes, como Aramis Bertoldi, quatro vezes mandatário do Jockey, e Cesar de Oliveira Franco, cujos votos de repúdio a mais nefasta gestão, já em 2006 constataram a situação irregular. Conclusão que é compartilhada pelos conselheiros atuais Homero Oliva, Clemente Moletta, Darar W. Zraik, Fernando Perna e João Tadeu de Souza, testemunhas oculares escolhidos e eleitos pela atual administração do próprio Jockey.
O Sr. Hasemann, tal o seu caráter e competência duvidosos, se eleito provavelmente, também sem explicações, vai proibi-los de frequentar o hipódromo do Tarumã? Confiram o teor dos conselheiros da atual e desastrosa diretoria instalada desde 2006, sob a liderança desse “mocinho”: Roberto Hassemann.
LUIZ RENATO RIBAS, turfista e jornalista, Curitiba.

(correspondências para a coluna: aroldo@cienciaefe.org.br)
