domingo, 28 junho, 2026
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DOS LEITORES: “MUITO APRENDI COM O SENHOR”

Caro professor Aroldo,

Israel Reinstein: de uma geração especial
Israel Reinstein: de uma geração especial

Fiquei lisonjeado em ser citado em seu blog/coluna. Saiba que aprendi muito com o professor. E por isto sempre serei grato, ao senhor; a Secretaria tem portas abertas.

ISRAEL REINSTEIN, jornalista (secretário de Comunicação Social da Prefeitura de Curitiba)

 

RESPOSTA: Israel você é de uma geração privilegiada de grandes profissionais jornalistas que tive a honra de apoiar em seus passos iniciais, quando ainda eram estudantes.

Sou grato ao Marcos Reinstein (in memoriam), que foi meu amigo, gerador e formador desse ser humano diferenciadamente integral que é você, Israel.

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“ESTAREI LÁ, SEGUNDA”

Caro amigo Prof. Aroldo!

Francisco Souto Neto: fidelidade ao livro
Francisco Souto Neto: fidelidade ao livro

Mesmo que às custas da exposição da minha intimidade, resolvi escrever e publicar o relato de minha recente experiência de ter passado por uma angioplastia e de estar internado em UTI. Fi-lo na esperança de que possa ser útil para servir como orientação e advertência a quem tiver que viver algo semelhante, e de chamar a atenção das diretorias de hospitais e de planos de saúde. Eis o link: https://fsoutone.blogspot.com/2018/06/passo-passo-do-cateterismo-da.html.

Na próxima segunda-feira, 25, estarei no Palacete Garibaldi para cumprimentá-lo e para adquirir o 10º volume da minha coleção VOZES DO PARANÁ.

FRANCISCO SOUTO NETO, Curitiba

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“RELAÇÕES PÚBLICAS?”

Senhor jornalista,

Acho que a sua coluna se enganou dias atrás, ao citar como empresa de relações públicas agência distribuidora de releases, uma das tantas que proliferam Brasil afora, e muitas em Curitiba.

Esse pessoal – de agências produtoras de releases comerciais – cresceu no vazio do jornalismo maduro e essencial que antes existia no país e em Curitiba, claro.

Como se dispensaram jornalistas profissionais para fazer bom rádio, televisão e jornal (mesmo digital), a onda é recorrer às agências intituladas assessorias de imprensa (não são de relações públicas, objetivamente).

O resultado é o que temos: negócios que deveriam – assim como políticos e autoridades – estarem com suas ações sendo escrutinadas por bons jornalistas, são agora objeto de louvações de ditas assessorias. É o caso, por exemplo, do Instituto Curitiba Informática, ICI, sempre no olho de investigações sobre a sua prestação de serviços à Prefeitura de Curitiba. O contrato definidor da relação com a Prefeitura seria draconiano, lesando a municipalidade.

MARCOS S.H. BACHMANN, São Paulo, SP

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