
Aroldo querido,
Gostei de ler o primeiro capítulo de suas memórias sobre a arte no Paraná. Você foi uma testemunha privilegiada do começo da ‘modernidade’ nestas paragens. Aguardo os próximos capítulos.
Aliás, gostaria de ler sua voz, seu testemunho em primeira pessoa mais frequentemente. Sei que você já caminha para o oitavo volume de suas Vozes do Paraná, mas creio que seria importante termos suas memórias pessoais. A mim me daria muito prazer ler as histórias que você tem para contar, que são muitas e ricas.
BIA WOUK, Curitiba
RESPOSTA
Grato, Bia. E você, com o Zimmermann, a melhor parte de uma geração – 1970-80 -, irrepetível em qualidade.
(correspondências para a coluna: aroldo@cienciaefe.org.br)
