sábado, 25 julho, 2026
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DOS LEITORES (I): KAYAN, OUVIDOR, DESCONHECE PARENTESCO

Kayan Acássio, ouvidor da Guarda Municipal. Foto: Reprodução Facebook

Prezado jornalista Aroldo Murá,

Em atenção à sua publicação de hoje, intitulada “NA OUVIDORIA, O CHEFE É SOBRINHO DA CHAMADA PRIMEIRA DAMA…”, na qual foram divulgadas informações atribuídas a anônimos e pseudônimos, carece que se faça um esclarecimento.

Eu, Kayan Acassio da Silva, investido na função de Ouvidor da Guarda Municipal há quase 03 anos, desconheço o meu grau de parentesco com a Primeira-dama do Município, sra. Margarita Elizabeth Pericás Sansone.

Até onde sei, sou filho da minha mãe, Marcia da Silva, com o meu pai, Amarildo Acassio da Silva, e dentre os meus tios maternos (Mauro, Marcio e Marilene) e paternos (Marinalva, Luiz, Osmar, Amarina, Amarilza, Valdirene e Maria Amélia), não consta o nome da Primeira-dama.

Até o dia 06 de fevereiro de 2017, eu era Cadete na Academia Militar das Agulhas Negras, após ter sido aprovado em concorrido concurso público em 2014. Se atualmente ocupo a função em que me encontro, não se deve a favoritismo ou nepotismo como a muitos (talvez pela própria história) seja natural pensar, mas sim por ser primeiro colocado no curso de formação de Oficiais da Reserva, bacharel em Direito pela UFPR tendo o ex-Ministro Sergio Moro como professor por 02 anos e estar em vias de me tornar Oficial de carreira das Forças Armadas, do que abdiquei para servir como Ouvidor a convite do Prefeito Rafael Greca.

Peço que o senhor siga o Código de Ética dos Jornalistas, que estipula que se deve ouvir sempre, antes da divulgação dos fatos, todas as pessoas objeto de acusações não comprovadas, feitas por terceiros e não
suficientemente demonstradas ou verificadas, permitindo o direito de resposta às pessoas envolvidas ou mencionadas em sua matéria, quando ficar demonstrada a existência de equívocos ou incorreções, sob pena de se praticar qualquer outra coisa, menos o bom Jornalismo.

Ademais, fico à disposição para quaisquer esclarecimentos quanto à minha biografia sempre que se fizer necessário.

Kayan Acassio da Silva – Ouvidor da GM

RESPOSTA: ÉTICA, ONDE? NA GUARDA E COM GRECA?

Kayan, agradeço sua contribuição à coluna. O espaço dos leitores é amplo e aberto a toda e qualquer manifestação, seja identificada ou anônima, na página do Facebook e aqui no espaço do blog.

Vale ressaltar que o leitor citado por você não quis se identificar, tampouco mencionou o seu nome na carta hoje publicada, de forma que o direito ao contraditório não se fazia necessário naquele momento. Isso é
básico do Jornalismo que o senhor diz conhecer.

Aliás, colunas em jornais e blogs são identificadas por características como a de noticiar. E, se for o caso, dar o outro lado, no dia seguinte. Se necessário.

Só, por favor, quem, como você trabalha nessa Guarda Municipal com tantas encrencas e injustiças, não me fale em Ética. Ética no Governo Greca? Pergunte, por exemplo, às viúvas dos dois soldados da GM que em 96 morrem em acidente na Estrada de Piraquara, depois de terem passado um longo plantão natalino na Chácara Dom Rafael. Isso é outro assunto, para mais tarde.

A propósito, Ouvidor: quantos guardas da GM dão plantão na Chácara São Rafael, em Piraquara,  hoje em dia? E na casa do alcaide?

AMGH

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