quinta-feira, 16 julho, 2026
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REPERCUTINDO: FRAUDE TAMBÉM ATINGE SERVIÇO FUNERÁRIO DA PREFEITURA

Dos Leitores:

Lista para aquisição de lotes em cemitérios, de 1987 é republicada em 2018, beneficiando funcionários que cuidam de cemitérios da cidade.

Mosaico no pórtico do cemitério municipal. (foto: Luiz Cequinel)

Caro jornalista,

A pessoa vive e não vê de tudo nesta vida. Hoje, em várias matérias divulgadas na imprensa local, vimos que o Ministério Público pediu abertura de inquérito policial para verificar licitações fraudulentas de roçadas e coleta de entulhos na Prefeitura de Curitiba.

Não bastasse isto fui informado de outra fraude, no Serviço Funerário, ligado à Secretaria de Meio Ambiente.

DESDE 1987

Em 2013 foi tornada pública a lista para as pessoas que quisessem se inscrever para obter lotes nos cemitérios públicos. Esta lista ficava disponível na internet, inclusive com um link para consultas. Nesta lista existiam pessoas inscritas desde 1987.

Agora a Prefeitura republicou a lista, como sendo de 2018 e pasme, a ordem foi alterada e os primeiros da lista são funcionários do Departamento de Serviços Especiais da SMMA onde fica o Serviço Funerário.

A lista está em https://obituarios.curitiba.pr.gov.br/publico/terrenos.aspx.

Na lista para o Cemitério da Água Verde a primeira da lista é Fabiane Isidoro, que é a Chefe da operação do próprio cemitério. Na mesma lista a ordem dos inscritos pula do número 002 para o 004, sem explicação da onde foi parar o 003.

PULANDO A LISTA

Na lista para o Cemitério São Francisco de Paula, o primeiro da Lista é Eleandro Belegante, o Chefe de Divisão lá, a de número 03 é funcionária do Departamento, Tatiana de Freitas Maeyama e o número 17, Misael dos Santos é Chefe de Serviço lá!

PRIVILÉGIOS

No mínimo usaram de informações privilegiadas e restritas. Depois podem ter fraudado a ordem e sabe Deus o que mais.

Tudo isto feito com a anuência da atual Diretora Clarissa Grassi, que já tinha substituído José Luiz Dissenha que foi exonerado naquele escândalo da moça de Maracajá que não deixaram o irmão levar o corpo.

P.MORAES – Curitiba

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