
Olá, Professor!!!
Muitíssimo obrigado. Ainda mais com uma citação tão carinhosa a mim – o que me custou um dia inteiro de blagues dos colegas de gabinete. Estas situações são impagáveis e, com o passar do tempo, parece que nos tocam ainda mais. Tenho muitas excelentes lembranças do meu início de carreira lá na Itararé, 63, da qual o senhor foi parte decisiva. Não apenas no aprendizado das técnicas de redação ou apuração de uma boa reportagem. Mas, acima de tudo, pelo exemplo de que, sim, é possível fazer jornalismo sem vender a alma, com retidão de caráter.
Ao mesmo tempo em que faço estas reminiscências, não consigo entender porque o nosso colega Fábio Campana (a quem tenho em alta conta), no blog dele, tenha se debruçado a distorcer todas as informações contidas em sua coluna em favor dos detratores do deputado Chico Brasileiro. Lamentável, simplesmente!
Mas – segue a vida – devemos ainda ter a esperança de um dia podermos reunir jovens talentos numa só sala e gritar: façam jornalismo! E que isso ecoe por muitos e muitos anos na cabeça de cada um deles, como o senhor teve a oportunidade de realizar. De minha parte, até hoje ouço ecos de sua voz naqueles dias.
Grande abraço!
ANDRÉ NISHIZAKI, Curitiba
NB: André, não li o que escreveu o Campana. Mas não acredito, de antemão, que ele possa ter distorcido um noticiário. Seria bom você entrar em contato com ele e esclarecer seu ponto de vista sobre o assunto.
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FOZ DO IGUAÇU (2)
Senhor jornalista:
Embora todos os seus cuidados em preservar suas fontes, encontro digitais muito claras do nome que anda fazendo campanha contra o deputado Chico Brasileiro, objeto de recentes acusações pelo senhor registradas.
Acho mesmo que esse nome já passou pelo gabinete do deputado (PSD), e até trabalhou no partido, talvez na Liderança. É possível… Hoje, se não nos surpreender, o cavalheiro em tela presta serviços a diversos senhores ao mesmo tempo. Como é de seu feitio. E tudo com a maior cara de pau, com os olhos plantados nos nomes com chances de substituir Reni Pereira na Prefeitura de Foz.
O moço é hábil, mas às vezes deixa pegadas, como as detectadas em legações telefônicas em que abriu trabalhar para dois senhores ao mesmo tempo.
ROSE DE CAMPOS FERREIRA SÁ, Curitiba
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FOZ DO IGUAÇU (3)
Senhor jornalista:
O seu recente comentário sobre a antecipação de campanhas eleitorais, como já acontece com o pessoal de Foz do Iguaçu, foi oportuníssimo. O texto só mostrou que, no fundo, os dois lados até agora mais fortes – Paulo MacDonald e Chico Brasileiro – têm seus ‘cães perdigueiros’ trabalhando acirradamente. Mesmo que à revelia dos dois homens públicos. As “fontes” citadas não escondem quanto os $$$ milhões dos cofres públicos de Foz os encantam.
Parecem esquecidos da Lava Jato…
SERGIO ALMEIDA SIKORSKI FILHO, Curitiba
(correspondências para a coluna: aroldo@cienciaefe.org.br)
