Achei oportuna a sua posição, senhor jornalista, sobre o novo gesto de intolerância religioso dos chamados ‘evangelicais brasileiros’, dessa vez destruindo nova imagem de N.S Aparecida – e expondo o ato nas redes sociais. Gesto indesculpável perpetrado por uma pastora do interior de São Paulo.
Suas observações foram pertinentes. Mas faltou lembrar que essa gente intolerante, hoje geralmente alinhada em igrejas neopentecostais, aprendeu agir assim tirando lições da História: aprendeu com a Igreja Católica, a mãe e mestra da intolerância religiosa ao longo dos séculos. E quanto à obsessão que essa gente mostra por dízimos, ofertas e na corrida por enriquecer seus pastores, também devem ter aprendido com a Igreja Católica. Aliás, a venda de indulgências – é bom lembrar – foi a causa que detonou a Reforma Protestante.
Sei, senhor jornalista, que o senhor publicará este esclarecimento, porque o senhor é um democrata.
E eu até faço justiça: dentre os pecados de hoje da Igreja Católica não avulta o da cobiça por dinheiro. Precisa exorcizar outros, de vez por todas, como o da pedofilia.
MARCON VILLENEUVE MONTAND, S.Paulo, SP
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OBRA DE RAFAEL DELY
Caríssimo Aroldo. Será uma honra e uma alegria encontrar com você no lançamento deste livro tão importante. Será dia 23-1, Livraria Curitiba, às 19 horas, Shopping Estação.
Eu sei que o Dely o tinha em alta conta, considerando-o um amigo verdadeiro, um amigo de todas as horas.
Gostaria também de entregar um exemplar do livro em local, dia e hora que você marcar. Os livros acabaram de chegar.
MARCELO OIKAWA, Curitiba
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SARACOTEANDO
Caro jornalista,
A foto publicada por seu espaço/blog/coluna, mostrando Rafael Greca saracoteando com uma baiana no Carnaval de 1993, em plena Marechal Deodoro, dá bem a medida da mutabilidade dos interesses. Enquanto “rodava a baiana”, naquele ano, o Greca de então apostava no Momo curitibano. Hoje, no entanto, age dentro do mesmo tônus com que se manifestou, ao cortar a Oficina de Música de Curitiba.
M.CHRISTIAN MELLO, Curitiba
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FESTIVAL DE TEATRO
Caro Aroldo:
Nos meios culturais já se dá a frequente indagação: será que a próxima “cortada” da Prefeitura não será direcionada ao Festival de Teatro de Curitiba, evento de porte nacional?
Há os que garantem que não. Isso porque o Festival tem como parceiro máster uma empresa de espetáculos, em busca de lucros – o que não se condena.
MARCIA MELLO SCHMITZ, Curitiba
(correspondências para a coluna: aroldo@cienciaefe.org.br)
