Caro jornalista,
Acho que a tradução daquele salmo (148) que você citou em recente coluna, – “tendo o nome de Deus na garganta e nas mãos espadas de dois gumes” não está correta. Lendo a Vulgata, chega-se à conclusão de que tradução apropriada fala: “Proclamando o nome de Deus na garganta…”
E viva o estado Teocrático.
EMIL MODESTO KLETEMBERG – São Paulo
