
O “cérebro” por trás das mudanças é o Maquiavel de saias, Rosângela Batistella, “cuja fonte de poder” vem da Aranha Marrom…
É notório dentro da Prefeitura que está mal o relacionamento entre o secretário municipal de Defesa Social e Trânsito, Péricles de Matos, e a superintendente de Trânsito, Rosangela Batistella.
Desde que assumiu, o Coronel Péricles tem enfrentado resistência de Rosângela e, segundo servidores próximos, até sabotagens e rasteiras.
Essa guerra está ganhando mais um capítulo com as novas nomeações em duas das Juntas Administrativas de Recursos Infrações de Trânsito de Curitiba (Jari).
Em uma só tacada, Rosangela conseguiu fortalecer suas presenças colocando pessoas ligadas a seu círculo de amizade, no lugar de funcionários que saíram recentemente.
Na 1ª Junta, saiu o procurador Antonio Stoltiz, e entrou a engenheira da Copa, Susana Lins Affonso da Costa, grupo de Beto Richa e de Jamur.

Susana é muito “chegada” do procurador Chefe da Defesa Social Mauro Rocha, inimigo declarado de Stoltiz , seu colega “mais moderno”, na gíria militar.
E na 4ª Jari entra Mauro Borges dos Santos e sai o major dos bombeiros Adriano Novochadlo.
Mauro Borges dos Santos é oriundo do DETRAN-PR, próximo de Jamur (responsável por decidir quem entra e sai do governo), do ex Secretário Guilherme Rangel de Mesquita e também de Péricles.
Assim fica tudo certo politicamente.
Na queda de braço, Rosangela conseguiu ampliar o número de aliados dentro das Jaris, colocou uma colega engenheira da prefeitura.
Ainda que o coronel Péricles seja um nome forte e tenha prestígio junto ao prefeito Rafael Greca, ele não conseguiu superar aqueles que fazem a retaguarda de Rosangela.
A superpoderosa do trânsito consegue agregar o apoio da turma de Luciano Ducci, de Beto Richa e o apoio direto do supersecretário Luiz Fernando Jamur, o qual ela chama de “meu Luiz”.
Nessa promoção para a Jari, Rosangela conseguiu emplacar Susana Costa, que foi a engenheira dos contratos das obras da Copa do Brasil, que trabalhou ao lado de Jamur quando o contrato foi firmado no governo Beto Richa.

