
Partido NOVO incentiva participação feminina na política representativa; mulheres são mais de 25% dos eleitos pela legenda
(Assessoria do NOVO)
A baixa representatividade feminina na política é um dos temas ainda a serem equacionados na sociedade brasileira. Apesar de serem maioria da população e do eleitorado, as mulheres ainda enfrentam diversas barreiras para participarem da política e são minoria nas casas legislativas de todo o Brasil.
De acordo com levantamento da Inter-Parliamentary Union, da ONU Mulheres, em 2021 o Brasil ocupava a 142ª posição no ranking mundial de mulheres no parlamento, com apenas 15% das vagas na Câmara Federal e 12% no Senado, índices bem abaixo da média mundial, que é de 25%.
A sub-representação também está presente nas esferas municipais e estaduais do Legislativo. Em Curitiba, por exemplo, das 38 vagas na Câmara Municipal, apenas oito são preenchidas por mulheres, o equivalente a 21% do total, sendo a maior bancada feminina da história da casa pela segunda legislatura consecutiva. Na Assembleia Legislativa do Paraná, a desigualdade de gênero é ainda maior, com apenas cinco mulheres entre os 54 deputados eleitos, 10% do total.
De acordo com a vereadora Amália Tortato, eleita em 2020 pelo NOVO para a Câmara Municipal de Curitiba, é preciso fortalecer a participação das mulheres na política, tanto no Legislativo quanto no Executivo. “A presença de mulheres nos cargos públicos é tão importante quanto a presença dos homens, mas hoje ainda somos minoria! Por isso incentivamos as mulheres a participarem das eleições, para que tenhamos cada vez mais mulheres eleitas nas três esferas de poder”, destaca.
ELEIÇÕES NO NOVO
No Partido NOVO, o índice de eleição das mulheres fica acima de 25%. Atualmente, a legenda conta com 45 mandatários no legislativo em todo o país, sendo 12 mulheres: uma deputada federal, duas deputadas estaduais, uma deputada distrital e oito vereadoras.
De acordo com o presidente municipal do NOVO em Curitiba, Harald Brito, os bons resultados alcançados pelas mulheres dentro da legenda se devem principalmente à filosofia do partido, que investe em candidatas com reais chances de serem eleitas, não apenas para preenchimento das cotas eleitorais.
NÃO ÀS “LARANJAS”
“Isso ocorre porque o NOVO não usa as chamadas candidaturas ‘laranjas’, em que as mulheres são candidatas apenas para cumprir a determinação legal de 30% de candidaturas femininas. Além disso, o partido NOVO faz teste seletivo e prepara todos os candidatos, tanto para função que irá exercer, quanto para a campanha”, explica Harald Brito.
Esta também é a visão da vereadora Indiara Barbosa, que foi eleita pelo NOVO em 2020 como a primeira mulher a ser a mais votada para a Câmara Municipal de Curitiba da história, com mais de 12 mil votos. “O Partido Novo demonstra que, quando temos candidaturas competitivas, é possível eleger mulheres. Aqui em Curitiba, fui a vereadora mais votada e a nossa bancada é exclusivamente feminina, comigo e com a Amália”, afirma.
A vereadora ainda destaca a necessidade de mais mulheres participarem da esfera pública, mesmo com os obstáculos da vida privada. “Como mulher, dou o exemplo de que é possível conciliar a vida pessoal, vida de mãe com o trabalho como vereadora. Esse ano teremos eleições e convidamos mulheres a participar como candidatas para que consigamos aumentar a participação feminina na política, com cada vez mais eleitas”.
Pensando nas eleições deste ano, o partido está com as inscrições abertas para o processo de seleção de candidatos e candidatas para a Eleição Geral Federal 2022. Os interessados devem fazer a inscrição, o teste de conhecimentos e o vídeo de apresentação até 15 de março. O edital completo pode ser consultado aqui: https://novo.org.br/participe/edital-partido-novo-eleicoes-2022/
